Presidente Putin proíbe rituais satânicos em toda a Rússia após decisão da suprema corte russa

Stylo

O presidente russo Vladimir Putin proibiu oficialmente o Templo Satânico, um grupo sediado nos EUA, e todas as organizações ocultistas afiliadas de operar na Federação Russa, declarando-as “uma ameaça direta à cultura russa, aos valores e ao futuro da própria humanidade”. Putin assumiu uma posição linha-dura, escolhendo cortar o movimento pela raiz antes que ele possa espalhar sua influência dentro das fronteiras da Rússia, como fez nos EUA, Europa e Ucrânia.


NOTA DO BLOG

Elogiável a atitude do Presidente Russo. O satanismo é uma praga difundida em nossa juventude, onde rola sexo livre, drogadição e destruição de valores familares. Espero que o presidente Lula siga esse belo exemplo.

Eu tenho provas como juízes gaúchos ignoram  totalmente denúncias de práticas satânicas entre crianças e adolescentes. TOTALMENTE, eu disse. 

Se isso não fosse um assunto sério, a Suprema Corte da Rússia não teria aprovado, unanimemente, o combate ao satanismo e nem o presidente russo não teria sancionado tão importante decisão.

Vou apenas ouvir MOZART, RÉQUIEM, da Orchestre national de France. 

Não iria escrever nada no dia de hoje, justamente porque é meu aniversário.

Abro uma exceção, apenas uma, para reafirmar o quanto a Dialética é um instrumental de análise sério e profundo e pelo acontecimento de uma morte.

Tive a rara oportunidade de admitir o quanto estive errado com algumas pessoas, as quais sempre admirei e amei. Mas entendo que essa é a lógica da vida. Todos temos virtudes e erros.

Ganhei um presente do dia dos país, vésperas do meu aniversário, que mexeu profundamente comigo, foi no âmago de minha alma, foi a sensação mais dura e pesada que já vivi em toda minha vida. Mas, enfim, a vida é assim mesmo, somos marcados por alegrias e por tristezas.

Confesso e admito que não esperava o presente e nem a recordação do dia dos pais, mas tendo vindo para mim, não adianta fingir, dissimular, fui ferido na essência do meu eu, e preciso planejar minha vida, replanejar tudo do nada, vou ter que contar tudo a minha amável psicóloga, que sabe me ouvir, e fazer uma síntese analítica de tudo. Eu sempre  tive princípios, pois não minto e nem recuo depois de fazer algo. É pela firmeza das ações que vejo o caráter das pessoas. Talvez eu seja muito mais observador do que demonstre.

Como nasci pobre, nunca quis ser além do que realmente eu sou. Sou pobre e nunca almejei nada além da comida e de uma roupa. Eu nunca soube ser um advogado, até porque nunca gostei de cobrar das pessoas.

Completo mais um ano de vida, sem nunca ter ingerido bebida alcoólica, nunca botei um cigarro em minha boca, não conheço maconha até hoje, nem cocaina e sou feliz com a minha vida simples. Não sou perfeito, mas podem ter certeza que eu não minto, se eu não gosto eu não gosto e ponto final.

É minha primeira postagem depois de perder tudo, tudo, tudo. Eu não tinha percebido ainda que houvera uma morte em minha vida e o dia dos pais, com toda simbologia, clareou-me os olhos para eu acordar que estou sozinho no mundo. Vou viver até enquanto eu puder, ao meu jeito, ao meu modo e dentro de todos os meus Princípios.

Peço desculpas aos meus amigos e amigas, mas meu plano é ficar em casa o dia todo, pensando, refletindo e assimilando a emergência do que brotou e que meus olhos me fizeram ver.

Sempre serei o mesmo Júlio. Nunca vou me negar de atender uma pessoa que precise de mim. Continuarei avesso a mentira e, mesmo que eu perca ou me prejudique, nunca vou mentir. Quero morrer assim, sem legado, sem nada, sozinho. Apenas honrando meus amigos e amigas sinceros e sinceras.

No dia dos pais, colhi o fruto mais amargo de que um mal que conduz a outro. Foi a calhordice de um amigo, que se dizia meu amigo, que me levou a descobrir o maior de todos os males e a maior de todas as derrotas que eu tive em minha vida.

Como eu nunca menti e tudo na minha vida foi sempre aberto, não tenho motivos para comemorar e sim tenho o dever ético-humano de seguir em frente.

Vou apenas ouvir MOZART, RÉQUIEM, da Orchestre national de France.

Desejo um bom dia a todos e a todas.

Repouso e uma pausa

*JULIO PRATES

Eu estou parando para descansar sozinho o dia dos pais, o dia do advogado e meu aniversário, dia 12 de agosto.

Meu blog, fundado dia 22 de março de 2002, completou 23 anos. Enfrentei os piores ditadores, arrogantes e todos os inimigos da liberdade de imprensa  e da expressão. Enfrentei condenações quase inacreditáveis  e perdi totalmente a confiança no poder judiciário,  e não me refiro a nada no plano nacional e sim no plano local, do meu Estado.

Conheci o lado mais podre de homens e mulheres, conheci pessoas que se diziam meus melhores amigos e armavam tudo pelas minhas costas e ainda confiava neles e nelas. As pessoas não conhecem limites em seus abusos e violam os direitos mais elementares de uma indefesa criança.

Conheci  – também – homens honrados e de estirpe séria e sincera, amigos e amigas do melhor quilate. Gente sem preço e que colocam a honra acima de tudo.

Estou em paz. Meu livro com minha versão está pronto e mais uma vez vou responder, como sempre, pelos meus atos. Embora a publicação não será restrita ao Brasil, justamente para não cair na censura judicial.

Hoje eu entendo Camus e foi inspirado no franco-argelino e em Charles Dickens que produzi meu libelo. Mesmo que eu morra, nada mais impedira a publicação de minha versão e pouco me assustam os chopins da vida. Digo isso, por que sei que os bandidos sonham com minha morte. E não são bandidos comuns. Nem pensem isso. Eu dei os nomes dos 4 que mais querem me ver morto para 3  colegas honrados advogados e mesmo que atentem contra minha vida, todos terão que se explicar, embora eu saiba bem como ele sabem agir para sujar um inocente.

Assim como descobri a podridão de falsos amigos, entendi bem o que muitas pessoas me diziam sobre relacionamentos e que fui muito ignorante e acreditei que uma mulher pudesse ser sincera. Hoje, entendo que tudo é movido por interesses e a falsidade campeia solta nas relações. É triste a morte da ilusão e o assassinato das paixões, a gente se torna céptico e cru diante de tanta mentira, tanto engodo e tanta falsidade.

Um dia um amigo, colega advogado, me disse que ninguém era amigo de advogado e que as pessoas só eram amigas ou fingiam-se de amigas por interesses. Bem recentemente, constatei a sabedoria desse amigo e fiquei chocado com a extensão do que houve comigo. Mas, como estou mais para o outro lado  do que do nosso, tratei de engolir o disparate e fiquei quieto em meu canto.

Eu gosto muito da filhinha do meu amigo Portela, é um docinho, querida, e ela me faz relembrar-me da NINA, Sequer sei o nome da menininha, mas gosto muito dela e sua presença me faz feliz. Estranho isso, mas sempre amei crianças, e o bandido maior que armou tudo contra mim e seu parceira cúmplice, sempre souberam do meu pequeno amor, o carinho, a afeição e o afeto que sempre nutri por crianças, cachorros e gatos. Eu tenho bem claro que o plano deles era me levar ao suicídio, pois a cúmplice do Tifão sempre me dizia que eu não viveria longe dos meus pequenos valores.

Eu sei que eu não nasci para esse mundo, mas vou ficar nesse até a consumação da vontade de Deus. Nada me estranha, nada me assusta e nada me surpreende. Abomino a mentira e vivo longe, tanto quanto possível, de mentirosos e mentirosas.

Estou em pausa por esses dias, uma pausa para não externar sofrimento e nem para fingir alegrias que eu não tenho.


 

*Autor de 6 livros todos publicados pela PALLOTTI e GRUPO EDITORIAL FRONTEIRA-OESTE, jornalista nacional com registro no MtB nº 11.175, Registration International Standard Book Number nº 908 225 no Ministério da Cultura do Brasil, desde 17 de abril de 2008, Sociólogo 1983/1987, 90/91, Advogado 1994/2004 e Teólogo 2021/2024. Pós-graduado em Leitura, Produção, Análise e Reescritura Textual 2007/2008, com o livro A LINGUAGEM JURÍDICA NA IMPRENSA ESCRITA e também Pós-graduado em Sociologia Rural,  2000/2001, com o livro O IMPACTO DO MERCOSUL NAS PEQUENAS PROPRIEDADES FAMILIARES DO RIO GRANDE DO SUL ( não editado).