TJ-SC recua e permite identificar juízes em casos de ORCRIM

É a grande manchete da manhã e envolve todos os advogados criminalistas da regiãos, pois o TJ-SC recuou e voltou a permitir a identidade física dos juízes que vão julgar organizações criminosas.

O Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJ-SC) recuou em relação à identificação dos juízes em processos envolvendo organizações criminosas, permitindo que eles sejam identificados, diferente da proposta inicial de juízes secretos. O TJ-SC havia criado uma unidade especializada com juízes atuando de forma anônima, com voz e rosto distorcidos, utilizando tecnologia para garantir o anonimato. No entanto, essa medida gerou debates e críticas, especialmente em relação aos princípios da publicidade e do contraditório. 

Diante das críticas, o TJ-SC flexibilizou a regra, permitindo a identificação dos magistrados, embora ainda haja questionamentos sobre a possibilidade de restrições ao contato direto entre advogados e juízes e sobre a ausência de garantias, conforme aponta o G1A OAB-SC, por exemplo, argumenta que a anonimização dos magistrados pode trazer consequências negativas para o processo. 

A legislação brasileira, em geral, prevê a publicidade e a identificação dos juízes, e a criação do “juiz sem rosto” gerou questionamentos sobre a possibilidade de descumprimento de garantias constitucionais nos processos, como a publicidade e a identidade física do juiz, conforme apontado por especialistas ouvidos pelo UOL Notícias. 

 

A abalizada opinião do conceituado Advogado Antônio Valério Martins da Rosa

Experiente, maduro, líder, o conceituado advogado Antônio Valério Martins da Rosa (foto) entrou no debate sobre as redes sociais e adotou a mesma postura de JOÃO LEMES, formando uma forte corrente de opinião dentro de SANTIAGO. 

O jornalista JOÃO LEMES defendeu o direito de Júlio Prates, entender que a vereadora de SÃO PAULO, ZOE MARTINEZ, cubana, é bonita, embora seja uma pessoa de direita. E LEMES usou a  RÁDIO NOVA PAUTA e citou o nome de PRATES agora pela manhã. 

Vejamos a artigo do Advogado VALÉRIO:

Esse texto espelha uma grande verdade. Hoje as redes sociais são excelentes, para avançarmos em nossos conhecimentos, lendo coisas, vindo de pessoas que possuam conhecimentos do que escrevem. Porém debater ou questionar ou concordar com algum assunto ou matérias de relevâncias, não dá. Ao expor tem pensamento haverão muitos que concordam, outros que discordam, porém haverá um número muito maior dos que partem para agressão verbal, de pessoas que se manifestam, sem conhecimento algum, com ofensas, agressões, se baseando em faikes, simplesmente para querer justificar seus ímpetos de ódio, querendo afirmar que aquela é a única verdade. Concordar e discordar é salutar. Agredir NÃO.

 

Considerações do Psicanalista Davi Damian, Mestre e Doutor em Psicanálise pela UFRGS

*DAVI DAMIAN

Isso eu vi. Como a expressão que inventei: “quem não têm argumento, ofende, quando a ofensa não funciona, tenta agredir”

Na análise de/do discurso é Dialética (2), mais que isso é Retórica para convencer um dado grupo de tua opinião. No mais vira bate boca, achismo e falam em opinião.

Silêncio vale ouro, mas algumas palavras custam energia, mas valem diamantes, mesmo que sejam aos porcos.

Nem precisa responder essa galera.


*Psicanalista Davi Damian, Mestre e Doutor em Psicanálise pela UFRGS

Considerações do Professor Doutor João Lemes sobre esse modesto blogueiro

Fico admirado com gente que, se entrar num debate, perde para qualquer um. Não lê, não estuda e ainda transforma opinião em verdade absoluta. Mal sabe quem foi e quem é Júlio Prates, para , um dos maiores pensadores do estado, um homem que responde sobre qualquer assunto. Aprendi muito com ele. Não concordo com tudo o que escreve, e nem preciso concordar. Discordar é meu direito, respeitar é outra coisa.

O Júlio escreveu, está no direito dele. E eu fiquei feliz por ter sido citado na sua história. Já certos “críticos” de rede social só aparecem para falar mal porque alguém não escreve como eles querem. Vivem numa bolha e se acham no direito de desrespeitar. Pois está na hora de botar o pingo nos is com essa gente e perguntar: afinal, quem eles pensam que são? Em que mundo vivem?

Com todo respeito e gratidão ao povo de Santiago, é preciso falar verdades. Vou começar dizendo para esse bando de ignorantes que vive atacando a imprensa: se não fosse o jornalismo sério, estariam se guiando apenas por fake news, mentiras e ideologias baratas. Obrigado! (João Lemes)


João Lemes é Escritor, Jornalista, Palestrante, Professor, Mestre e Doutor em Letras pela UFSM.