“Por nossas virtudes é que somos bem punidos”. Nietzsche; “Além do Bem e do Mal”, aforismo 132.

* DAVI DAMIAN

As vezes é necessário morrer várias vezes por dia, e como Fênix das cinzas se tornar mais forte, um metal martelado, fica cada vez mais forte, mas depende do calor da forja.

Como Perseu, ter um escudo polido, da defesa o ataque, ter olhos nas costas. Estar de costas ao perigo para realmente enxergar quem se movimenta achando estar invisível.

Post Scriptum: Para quem nao lembra, Perseu matou Medusa. Se olhasse diretamente para ela, seria petrificado. Então, poliu um escudo e estava de costas mas a via no reflexo prateado da calota. Quando ela se aproximou, Perseu cortou a cabeça do “monstro” para usá-la contra um Kraken. Do sangue de ser tão horrendo, surgiu Pégaso.

Na versão de Ovidio, ela não nasceu monstro, Medusa era linda e disse ser mais linda que Atena, a deusa escutou e tentou puni-la. Ao fugir e se refugiar no templo de Poseidon, por tão bela acabou sendo estuprada pelo deus dos mares, fugindo do templo acabou finalmente punida por Atena.
“Se achas bela, se todos se paralisam por tua beleza, se petrificarão pela tua feiúra”.

Então, Medusa. Mas, ela só petrifica homens, não mulheres, devido ao abuso que sofreu.

Todas a punições gregas estão coladas com aquilo que se acha virtude. Como Aracne, Hércules (tu é forte? Vamos ver se tem força pra aguentar a culpa de assassinar a própria família), Ícaro (tu já voa, mas saiba teu lugar).

“Por nossas virtudes é que somos bem punidos”. Nietzsche; “Além do Bem e do Mal”, aforismo 132.


*Pisicanalista, Mestre e Doutor em Psicanálise pela UFRGS

FACÇÕES CRIAM “RED LIST” PARA EXPOR MULHERES QUE DENUNCIAM VIOLÊNCIA DOMÉSTICA FALSA — E O ESTADO SILENCIA

FONTE – NOTÍCIAS PROGRESSISTAS

PCC e Comando Vermelho passam a integrar redes que listam mulheres acusadas de “falsas denúncias” com base na Lei Maria da Penha, em uma escalada perigosa de poder paralelo e omissão estatal. 

O site é público  e o assunto tomou conta das redes sociais nos últimos dias. 

Está circulando nos grupos de WhatsApp dedicados a temas como alienação parental e “falsas denúncias” uma iniciativa que causa profunda preocupação: o crime organizado — incluindo o PCC e o Comando Vermelho — teria criado uma espécie de “Red List”, uma lista vermelha com nomes, endereços e até fotos de mulheres acusadas de fazer denúncias falsas de violência doméstica.

A proposta, segundo relatos, é “defender o Brasil” contra as supostas injustiças da Lei Maria da Penha. Na prática, porém, trata-se de uma tentativa brutal de instaurar um tribunal paralelo, comandado por facções criminosas, para intimidar e expor mulheres que denunciam agressões falsas.

Esses grupos, que se infiltram em comunidades online voltadas à defesa paterna e à crítica da legislação de proteção às mulheres, vêm montando um sistema de cadastramento no qual qualquer homem pode inserir dados pessoais de uma mulher que o teria “acusado falsamente”. O material, por sua vez, seria repassado para o crime organizado, que decidiria o “destino” das vítimas — um eufemismo perigoso para violência, coerção e execuções extrajudiciais.

Enquanto o governo federal avança em investigações sobre a infiltração do PCC na política, parte do Congresso reage com pânico, tentando minar o STF e enfraquecer os mecanismos de combate ao crime organizado.


Um dos maiores nomes do jornalismo brasileiro LEONARDO STOPPA, que denunciou o plano para que fosse levado ao suicídio, longe da filha, é jornalista, analista político, advogado e engenheiro. Colunista do Notícias Progressistas, cobre economia, geopolítica e direitos sociais com perspectiva progressista. Suas análises buscam enfrentar a desinformação e defender a soberania e o desenvolvimento nacional. É uma das raras vozes de esquerda que se levantaram contra a alienação parental.

Eu escuto o STOPPA e entendi perfeitamente suas denúncias contra a alienação parental por dentro do poder judiciário. Inclusive já citei seu caso junto a 8ª Câmara Cível do TJ-RS. Foi muito corajoso ao assumir que o plano era levá-lo ao suicídio. 

Nem todo fogo queima papel

Eu, como meus próprios recursos e buscas, descobri tudo sobre o médico que trata um personagem metamorfoseado que organizou tudo para me destruir. Tudo, tudo, tudo. Ele finge uma doença que não tem e ainda envolveu um cínico que finge ser uma coisa e vive de jogos. É um hipócrita. Um pouco finge ser PT, outro pouco repete as teorias de direita. É um  jogador.

Se fazendo de doente, revelou algo bem conexo há duas pessoas, sãs, lúcidas e que tudo ouviram.

Quando eu disse que tinha 5.300 páginas, frente verso, tudo armazenado em pendrives eu falei apenas a verdade e paguei para baixar tudo o que me interessava. Existem 5 pendrives guardados com 5 colegas advogados e se algo me acontecer, devem entregar tudo as autoridades, por que eu sei bem quem deseja minha morte.

O rolo que esse pernóstico organizou contra mim é bem  maior que aparenta, e isso que se dizia meu amigo. Na verdade é apenas um tarado sexual que esconde suas taras e finge uma coisa que ele não é. Sempre tem um reverendo no meio e nesse caso, embora em Brasília, não foi diferente. Foi ele quem revelou tudo a uma pessoa de sua igreja e ela me contou. O mundo e a vida é cheio de vieses e só quem se acha acima do bem e do mal é que acha que pode tudo. Eles vão aprender que a vida e o mundo não é como eles pensam ou imaginam.