Eu não quero convencer palestinos de que a Torah é melhor que o Alcorão. Nem quero que os judeus se convertam ao cristianismo. Nem quero que cristãos aceitem o pentateuco. A obtusidade é própria de que não entende o que é regionalismo e nem sabe situar este no contexto das macroestruturas. Sou como Arthur Schopenhauer: não escrevo para tolos.
Já me manifestei sobre as razões da Rússia. Contudo, existe uma guerra embutida e para a qual não é dada nenhuma importância.
Os cyber-ataques em face da Ucrânia praticamente deixaram o país sem internet. Da página oficial do governo de Volodymyr Olexandrovytch Zelensky passando pela página das forças armadas, tudo esta fora do ar. Foi derrubado.
É evidente que houve uma guerra cibernética subjacente à guerra físico-bélica. O mérito dessa guerra foi que ela levou o governo da Ucrânia ao isolamento e sem a edição de contraditório com os russos.
Em suma, queria levantar esse assunto com os leitores do meu blog, pois essa guerra cibernética é objeto de quase nenhuma reflexão.
As guerras tradicionais estão sob um novo enfoque e ai de quem não se ligue na telemática. Aparato bélico é fundamental, tanto quanto as ogivas nucleares, e a Rússia detém mais de 6 mil ogivas nucleares, enquanto os EEUU tem 3750 ogivas.
Agora, na guerra cibernética a Rússia está na frente de qualquer país, inclusive enquanto política de Estado.

