Falando em sucessão municipal em Santiago e Unistalda

Em Unistalda, corre solta a especulação de que o Médico Ribeiro pode aderir ao PL para concorrer a Prefeito, visto que seu grande oponente é o atual Prefeito Gil, que vai a reeleição.

Busquei certificar-me com o líder Miguel Bianchini, que me disse; “Tomara que aconteceça isso em Unistalda, me prontifico a ser um soldado deles”.

Eu converso com muita gente de Unistalda, especialmente lideranças pequenas e médias. São minhas fontes e essas me dizem que o MDB estaria nessa articulação pelo Dr. Ribeiro, pois na janta numa cabanha uma vereadora medebista estaria entre os presentes. Mas parece que não saiu.

Eu recebi um dirigente partidário de Unistalda e ele me pintou um quadro dando-me a entender que o médico Ribeiro seria imbatível, pelas raízes consolidadas enquanto médico e servidor altamente aplicado na ajuda aos mais pobres. Mas são relatos de terceiros, a rigor, falo apenas o que ouço de terceiros. Mas formei minha opinião, ao que tudo indica, pode haver uma ampla coligação envolvendo PL, MDB e PDT. Só não sei  o PT nesse quadro como ficaria.


Bem, aqui em Santiago tudo indica que Piru Gorski vai ser o nome guindado como candidato a prefeito. Existem vários possíveis vices, mas o nome de maior abrangência e densidade eleitoral, na minha opinião, é Éldrio Machado.

Já na oposição tudo vai ficando mais claro. A manifestação do líder trabalhista Fraga, ontem, deixou escapar que o nome das oposições deve ser Marcelo Brum. Embora bolsonarista, Marcelo transita bem pela oposição e se abandonasse o bolsonarismo poderia filiar-se no PDT e liderar uma frente de esquerda. O MDB de Santiago é dividido entre o bolsonarismo e o petismo, mas é difícil prever sua futura orientação.

O bolsonarismo é muito dividido em Santiago. Temos a ala do PP que é bolsonarista, a ala do PL de Bianchini, o Republicanos onde Marcelo é filiado, em suma, todos bolsonaristas. Só que o PP está cada vez mais forte e não vejo como fácil a eventual derrubada de Piru e Éldrio. O PP continua sendo elástico, onde agrega em seu entorno bolsonaristas e ala petista que vota em Lula, mas – no plano municipal – é PP.