Recebi uma mensagem muito emocionante da Doutora Kathy Torma, uma das mulheres que melhor conhece o nazismo no sul do Brasil, afora ser uma grande erudita e polímata. Ela já escreveu em meu blog e não é novidade para nós. Mas sua mensagem de hoje a noite foi particularmente chocante por um singelo toque de preocupação com minha integridade física. Agradeço muito o contato e relatei a ela minha conversa de 6 horas com o médico-psiquiatra Grabois, que foi meu secretário-geral quando presidi a comissão de ética estadual socialista.
Também na tarde de ontem, como sempre me encontro, com meu prezado amigo DAVI DAMIAN, um conceituado jovem, psicólogo e que está terminando Doutorado na UFRGS. Davi é muito sábio, muito esperto, muito inteligente e uma raridade em Santiago, com suas leituras profundas e uma cabeça infinita. Gosto de pessoas com a sabedoria ímpar do rei Davi. Ele já premiou nossos encontros na cafeteria, é o encontro do Rei Davi com o imperador Julio César. É claro, eu o chamo de Rei Davi e contei-lhe a versão de Florida, onde os pais colocam os nomes dos filhos de imperadores ou filósofos gregos. Marco Aurélio, Otávio, Augusto, temos todos a mesma vertente. Assim como Aristóteles, Heráclito, Sócrates … Modernamente … nem vou citar exemplos.
Saudades do tio Tote, Aristóteles, passávamos o verão na casa dele a da tia Maria, em Florida. Eu amava os sucos de uva da tia Maria.
Nos domingos a tarde, como ninguém entende a paixão dos meus sobrinhos, Rodoldo/Felipe e Guilhes por motos, eu pegava minha XLX 350 e ía até Florida numa rápida corrida, apenas para tomar suco de uva com a tia Maria. Depois, quando eu voltava, tinha que ficar me explicando para essas mulheres que mal compreendem a liberdade de um homem. Sinceramente, não sei se meus sobrinhos são tão ousados (ou arriscados) como eu fui em cima de uma XLX. Talvez sejamos todos iguais, embora o Felipe seja um exemplo de recato, mas não imagino que ele ande brincando de fazer trilhas.

Foi essa que eu tive, na época fazia muito sucesso. É claro, meu cunhado, esposo da minha irmã, Vagner Damian, desde cedo teve motos potentes. Então eu acho que juntou os dois lados. O Guilhes Damian, que mora em São Paulo desde 1998, até hoje só anda de motos. Se bem que o Rodolfo não larga suas motos por nada.



