Eu nunca me interessei, minimamente, por essa história de signos. Quando eu via a Nina mergulhada nessas versões, quebrava a cabeça para tentar entendê-la.
Passei por todas as etapas da vida e estou no final de tudo, mas nunca tive nenhuma curiosidade em saber nada sobre os signos.
É claro, sou essencialmente marxista, e tento entender e explicar tudo a partir da dominação de classes, mesmo minhas derrotas. Creio que nunca mudei, pois mesmo antes de conhecer o marxismo, sempre buscava uma explicação a partir da situação da vida das pessoas.
Dentro do marxismo, evolui muito para o existencialismo francês, embora eu até ache que ambas as correntes sejam meio análogas.
Minha psicóloga ficou surpresa comigo por eu não ter um time de futebol, nem atração por roupas e por nunca poder ter usado anel, aliança e nem relógios. Quando eu era casado, usava a aliança num chaveiro, embora eu tenha identificado o mesmo óbice com relógios.
Depois que eu vi o massacre palestino em GAZA, onde as principais vítimas eram as crianças e mulheres, tive um impacto muito negativo em minha vida acerca de Israel e nunca mais pude olhar o Estado com bons olhos, embora eu separe bem a questão do holocausto nazista na segunda guerra mundial, onde os judeus foram altamente vítimas. Creio que os reflexos que tive em minha vida, foram os mesmos que outros povos do planeta passaram.
Estou de laudo médico e retomando o trabalho aos poucos. Mas sempre dando atenção ao meu blog, que completará 23 anos agora em março desse ano.
Eu sou da linha de raciocínio de Miguel Nicolelis e concordo plenamente que a IA não é nem inteligente e nem artificial. Eu acredito demais no cérebro humano.
