*JULIO PRATES
Dias atrás eu escrevi sobre a imensidão das crítica a poetisa PRETA GIL. O poeta e vereador ADRILLES JORGE nomina a agência “satânica A Mynd”, de propriedade da poetisa e cantora, que faria muitos trabalhos de caráter satanista. Eu não tenho certeza de nada, sequer sabia da existência dessa agência e acho muito triste as acusações contra uma pessoa falecida. O que eu registro é o avanço das críticas e as manifestações de tantos canais, até então surpreende quem está de fora de tudo isso, como é o meu caso.
O debate, a rigor, tem um cunho mais ideológico contra a cultura woke, a qual parece que Preta Gil representava e impunha uma pauta ideológica aos artistas. Hoje o falatório expandiu-se e outros influenciadores a atacam abertamente. Entretando, a sensação que eu fico é que esse debate é puramente ideológico, defensores do PT e defensores de Bolsonaro se digladiam num debate muito desrespeitoso, afinal nem o luto é mais respeitado. E esse debate entre os simpatizantes e os adversários da cultura woke há muito tempo vem marcando posições e delimitando espaços entre a esquerda e a direita no Brasil.
“Woke” é um termo que originalmente surgiu dentro da comunidade negra nos Estados Unidos, significando estar consciente e alerta sobre questões de injustiça social e racial. No entanto, ao longo do tempo, o termo passou a ser usado para descrever uma postura mais ampla de conscientização e ativismo em relação a diversas questões de desigualdade, como gênero e orientação sexual. Atualmente, “woke” também é usado de forma pejorativa, especialmente por setores mais conservadores, para se referir a uma suposta cultura politicamente correta, que busca impor valores progressistas e praticar o “cancelamento” de opiniões consideradas ofensivas.
(COPIADO DA WIKIPÉDIA).
A grande verdade que emerge nesse debate todo é a presença da morte em nossas vidas. Esse é um debate bem realista, quer queiramos, quer não, todos nós passamos e vivemos essa inquietação. Eu tenho muita consciência de que vou morrer e estou – estranhamente – maduro e não temo a morte. Sei bem que houve comigo, a presença de falsos amigos, de pessoas falsas, de gente ardente pela mentira; e compete a cada um de nós fazer a leitura do que passamos.
Eu sempre vivi da escrita e já preparei tudo sobre o golpe que levei, quem articulou, quem me traiu e quem planejou tudo contra mim.
A minha versão sobre os fatos ninguém me impedirá de transmiti-la aos meus amigos e conhecidos e também quero expor como se provoca a morte de uma pessoa viva, usando as estruturas podres do Estado. Não quero mais agradar a ninguém, não temo mais nada, nem a própria morte, pois sei bem que os 3 maiores bandidos que conheci já pensaram em eliminar minha vida. Mas mesmo tirando minha vida, não impedirão a publicação de minha versão documentada sobre os fatos. Sempre fui simpático da justiça, embora dentro da justiça tenha encontrado o campo fértil da injustiça.
Quando eu digo NINGUÉM, eu tenho plena consciência de que NINGUÉM me impedirá de mostrar a podridão de pessoas que vivem de enganar os outros, de satisfação bestial, de usurpação sentimental e de uma alienação, que emerge do individual e ganha corpo no coletivo. Entendi bem a podridão e sei quem é quem nessa sujeira.
Não pensem que a surpresa estará num canal onde uma ordem judicial retira tudo do ar e pronto. Eu me preparei além de nossas fronteiras e me inspirei em Camus e Dickens. Sempre deixei isso bem claro.
*Autor de 6 livros todos publicados pela PALLOTTI e GRUPO EDITORIAL FRONTEIRA-OESTE, jornalista nacional com registro no MtB nº 11.175, Registration International Standard Book Number nº 908 225 no Ministério da Cultura do Brasil, desde 17 de abril de 2008, Sociólogo 1983/1987, 90/91, Advogado 1994/2004 e Teólogo 2021/2024. Pós-graduado em Leitura, Produção, Análise e Reescritura Textual 2007/2008, com o livro A LINGUAGEM JURÍDICA NA IMPRENSA ESCRITA e também Pós-graduado em Sociologia Rural, 2000/2001, com o livro O IMPACTO DO MERCOSUL NAS PEQUENAS PROPRIEDADES FAMILIARES DO RIO GRANDE DO SUL ( não editado).
