Passavam das 20 horas desse sábado. Como sempre, estava em minha casa, quer dizer, nas duas peças onde moro, mas pertencem a um casal de amigos.
Fiquei correndo os olhos pelo celular, bastante precário pelos tombos, mas ainda útil.
Sem entusiasmo, sem paixões, sem amores, vejo o drama de uma mocinha, que devia ter 8 ou 9 anos vendendo bonequinhas de barro para ajudar sua mãe que precisava de uma cirurgia.
Tudo ao acaso, ele foi vender as bonequinhas para o seu pai, um milionário excêntrico, sem que ele ou ela sobessem da verdade. Ela explicou que que vendia as bonecas para ajudar a custear a dor de sua mãe.
Ele comprou todas as bonequinhas de sua própria filha, sem saber que a menina era sua filha.
A história vai se desenrolando.
Até que pai e filha se descobrem. Sua mãe, estava mesmo mal e precisava de pertinentes cuidados.
O amor faz o reencontro e é como nas histórias de amores programadas para dar certo.
Ao final, todos se reencontrom, ela fica boa e todos vivem felizes para sempre.
É claro que desses contos dramáticos que o final é avisado como seria o fim.
Mesmo assim, deitado, escutei os pedaçõs do filme. Filmete.
Como estou muito abatido, chorei um pouco, engoli a história e logo voltei a minha realidade.
Minha história não terá fim como nos contos dramáticos, mas serviu a emoção, pelo menos para eu ver que ainda estou vivo.
A realidade é bem diferente da fantasia.
