A grave crise na construção civil de Santiago

É grave a crise que se abateu sobre a construção em Santiago. Andei conversando com algumas lideranças, na tarde de hoje, e a categoria não sabe mais o que fazer, pois precisam receber, precisam receber o décimo terceiro e não existe mais dinheiro, nem para aquisição de materiais, nem para o pagamento de salários das pessoas que trabalharam.

A ausência de pagamento afeta as famílias e o desespero nas classes médias baixas e baixas é horrível, para não falar: terrível.

Era certo que essa crise explodiria, mais dias, menos dias. O reflexo de tudo isso afeta o comércio, lojas de materiais de construção, parte hidráulica, parte elétrica e joga centenas de pessoas no desemprego.

É algo como nunca visto em Santiago, pois a paralisação da categoria é o primeiro indicativo.

 

Missel hipersônico da Rússia na Venezuela e as implicações do USS Gerald R. Ford na costa venezuelana

*JULIO PRATES

Os EEUU através de uma agências midiáticas convencem o mundo de que estão combatendo o narcotráfico. 

Deve haver narcotráfico na Venezuela sim, isso é indiscutível.  Assim como na Colômbia, México e até no Brasil. O narcotráfico é uma praga e os americanos são consumidores ávidos de drogas. Uma civilização decadente.

Mas o que os EEUU querem mesmo na Venezuela?

A Venezuela é dona das maiores reservas de petróleo do mundo, com reservas comprovadas de 330 bilhões de petróleo, mais gás natural e até ouro. A Venezuela possui as maiores reservas comprovadas de petróleo do mundo.

Essa CORINA MACHADO é uma vendilhã e jogo contra Maduro e as autoridades Venezuelanas.

Quem não se lembra a mentira divulgada pelos EEUU para atacar o Iraque? Inventaram que o IRAQUE teria armas biológicas de destruição em massa e até hoje não apresentaram uma prova que o Iraque tivesse tivesse mesmo assas armas. Destruíram o país, apossaram-se do petróleo iraquiano e mataram toda a geração de Sadan Hussein.

É claro que o combate ao narcotráfico é um pretexto para atacar a Venezuela, como se não soubessem que o narcotráfico sempre existiu.

A entrada no porta aviões norteamericano no CARIBE é sinal claro do desenho de guerra que se aproxima. O porta-aviões integra um poderoso grupo de ataque que inclui três contratorpedeiros, USS Mahan, USS Bainbridge e USS Winston Churchill, além de esquadrões de caça F-18 e helicópteros MH-60.

Tudo isso para abater barquinhos de narcotraficantes?

É óbvio que não. Assim como no Iraque, os EEUU  querem é botar a mão do petróleo venezuelano e precisam derrubar ou matar Maduro.

Se o Presidente Putin realmente instalou seus mísseis hipersônicos na Venezuela é um bom sinal e pode dar uma equilibrada na guerra, pois os EEUU não podem estar violando assim abertamente a soberania de um país.

Se tudo for verdade, estaremos diante de uma  guerra sem precedentes na AMÉRICA LATINA. TRUMP jamais deslocaria seu porta aviões USS Gerald R. Ford apenas para ameaçar Maduro. Ele quer mesmo é guerra.

Enquanto no outro canto do mundo, as tropas da OTAN mantém a guerra na Ucrânea acesa, as vivandeiras do imperialismo colocam que Putin está perdendo a guerra, o que nem de longe é Verdade.

Se os mísseis hipersônicos da Rússia estão mesmo na VENEZUELA, Caças Mikoyan MiG-31K com mísseis hipersônicos Kinzhal,é evidente sinal de que os russos estão ali na enfrentar o poderio bélico americano. E isso é bom, pois aponta do sentido da resistência.

Com a lição da SADAN HUSSEIN e as mentiras internacionais, estamos vivendo o mesmo em plena era da telemática. A invasão americana ao Iraque foi dia 20 de março de 2003, portanto, há 23 anos atrás e toda a opinião pública mundial comprou as mentiras de que o Iraque tinha armas de destruição em massa.

A Pesquisa de Opinião Research Business (ORB), 2007,  estima um total de 1.033.000 mortes violentas, com um intervalo de 946.000 a 1.120.000 iraquianos mortos pelos americanos. 

O mesmo banho de sangue os EEUU pretendem provocar na Venezuela e os mísseis hipersônicos russos podem dar um segurada nas ações americanas. Só a CHINA e a RÚSSIA podem segurar a ação dos EEUU.

Na France Presse, Maduro declarou que tem 5.000 mísseis russos contra ameaças dos EUA. Isso que ele nem fala nos mísseis hipersônicos russos.

Seja qual for o cenário, a posição é altamente complicada, arriscada e de previsões ainda não claras.


*É escritor, autor de 6 livros, jornalista brasileiro registrado no Ministério do Trabalho sob nº 11.175, jornalista com registro de editor internacional nº 908225.

Bacharel em Direito, em Sociologia e em Teologia.  Pós-graduado em Leitura, Produção, Análise e Reescritura Textual. Também é Pós-graduado em Sociologia Rural.

 

Manifestações da Geração Z estão levando milhares de jovens às ruas

CNN

A crescente desigualdade e marginalização desencadearam protestos do Nepal ao Peru, reivindicando responsabilização, mudança e, em alguns casos, derrubando governos

Kara Fox, da CNN

Um movimento global

 

Nas noites desta semana, cidades e vilarejos pelo Marrocos vivenciaram com a raiva dos jovens mobilizados sob o nome “GenZ 212”, o código de discagem internacional do país.

Liderados principalmente por estudantes e graduados desempregados, os manifestantes exigem reformas abrangentes na saúde, educação e justiça social – questões que dizem ter sido deixadas de lado enquanto o governo investe bilhões na infraestrutura da Copa do Mundo de 2030.

Enquanto estádios e hotéis de luxo são erguidos, hospitais permanecem superlotados e áreas rurais desatendidas.

O sistema de educação do Marrocos, há muito subfinanciado, está formando graduados com poucas perspectivas de emprego: o desemprego juvenil está em 36% – e quase 1 em cada 5 universitários está sem trabalho.

Os protestos recentes foram desencadeados pelas mortes de várias gestantes após cesarianas de rotina na cidade costeira de Agadir, ressaltando o colapso do sistema de saúde.

A resposta do governo foi rápida e brutal: três pessoas foram mortas e centenas feridas, disseram as autoridades.

Forças policiais de choque foram enviadas às principais cidades, usando força e prendendo dezenas de pessoas. O primeiro-ministro de Marrocos, Aziz Akhannouch, afirmou na quinta-feira (3) que seu governo “se engajou” com as demandas dos manifestantes e estava preparado para “diálogo e discussão”.

Na sexta, o GenZ 212 exigiu que o governo renunciasse.

Milhares de quilômetros ao sul, a agitação liderada por jovens está abalando Madagascar. Por vários dias desta semana, cidades por todo o país, um dos mais pobres da África, ficaram inundadas de jovens protestando contra a escassez de água e blackout constantes.

Eles rapidamente se transformaram em chamadas por reformas sistêmicas, com os manifestantes exigindo a renúncia do presidente Andry Rajoelina, que chegou ao poder em um golpe em 2009, e de seu governo.

Rajoelina respondeu dissolvendo o governo nesta semana, dizendo: “Ouvi o chamado, senti o sofrimento”, mas as autoridades continuam reprimindo a dissidência.

 

REVOLUÇÃO NO MÉXICO E A PERDA DA FORÇA DA ESQUERDA

A rebeldia e a explosão popular no México, verificada no dia de ontem, mostra um povo revoltado e irado com seus governantes. Sem entrar no mérito ideológico, a questão é que a revolta é altamente explosiva.

São milhares de pessoas atacando o Palácio Presidencial e isso é um tanto novidade na América Latina.

Claudia Sheinbaum, a presidente de esquerda, que tomou posse agora em 2024, não tem mais controle sobre a multidão e, gostemos ou não, o México ultrapassou a Venezuela, enquanto no país vizinho a resistência é mais forte. A explosão dos conflitos populares é contra o narcotráfico e contta a corrupção.

É o conflito da geração Z.

Geração Z. As pessoas pertencentes à Geração Z nasceram entre 2000 e 2010. Essa geração apresenta como características o comportamento individualista, imediatista e antissocial. Além disso, são pessoas que nasceram em uma sociedade altamente conectada pelas tecnologias digitais.

Verdade seja dita, a esquerda perde força na América Latina.