

Jornalista

*MARCELO BRUM
O continuísmo das administrações públicas de Santiago está trazendo sérios problemas a nossa comunidade.
As administrações não investiram em infraestrutura, saneamento básico, moradia popular, mão de obra e ainda resolveram aumentar tributos de uma forma abusiva. IPTU, ITBI, ISSQN e taxas públicas oprimindo o setor produtivo, setor de serviços e o comércio local.
E além disso as administrações contraíram um endividamento muito grande, pagando juros altíssimos.
E o pior de tudo: mascarando uma situação, iludindo o povo em geral, controlando grande parte da imprensa tradicional local com verbas públicas e CCS.
Infelizmente essa é a realidade do nosso município.
*MARCELO BRUM foi deputado federal, é o primeiro suplente de bancada federal do Republicanos, é empresário e dono do Programa A VOZ DO CAMPO.
Marcos Luis Martins*
Não existe crise, o que existe é a supervalorização.
Santiago é o lugar mais caro de toda a região central, fronteira e missões.
Basta dar uma simples olhada nos anúncios.
Qualquer casa no centro gira em torno de 1 milhão.
Loucura.
Santiago é o lugar mais caro de toda a região central, fronteira e missões.
*É advogado, Mestre e Doutor em Ciências Criminais em Buenos Aires.
*VULMAR LEITE
Sim, Júlio, é perceptível a enorme crise do setor imobiliário de Santiago, basta andar pelas ruas da cidade, e verificar a quantidade de imóveis que estão à venda!
Impressiona, tanto nas ruas centrais, como nos bairros.
É engenheiro formado pela UFRGS, foi Prefeito de Santiago, Diretor- Presidente da EMATER e 2 vezes secretário de ESTADO.
*DAVI DAMIAN
Faz anos que a bolha imobiliária de 2008 estourou e presidente “só uma ‘marolinha’” não vê quem não quer; cada rua tem 10 casas pra vender.
Constroem e compram terrenos para alugar, tchau. Alvarás, luz, IPTU agora no fim de ano, a “ganância te beija enquanto te beija” – Nietzsche
Escrevi em 2023 pelo tapa que a Evergrande, uma incorporadora chinesa Imagina quando essa bolha imobiliária em Santiago estourar como 2008. IGP-M absurdo.
Um condomínio comprado a preço AAA (alta qualidade) mas vale BB (especulativo).
Tu espera gente gastar AAA para atrair mais gente, mas o lugar vale BB.
Espera valorizar e lucra nas costas dos outros e se livra de uma bucha a longo prazo. Além do financiamento , refinanciamento e taxa de juros e matérias primas.
O que vai render são áreas sem construção, uma tela em branco para quem quer fazer o que quiser, esse vai ser o futuro. Construir algo do jeito que quer e achar que vão pegar na rende mais, deixa o terreno liso ou vende ou arrenda o uso de superfície. O gorski me ofereceu construir uma instalação tipo depósito coisa estilo do zanga passando o trevo do presídio, preferi não. Norte de Santiago é que vai crescer, sul saturou como o Zamperete. Sudoeste também. E isso falo faz anos.
Um exemplo foi uma rádio que me ofereceu uma quantia ínfima para colocar uma antena, metade a mais do valor de compra, e garanto que iriam parcelar, poucos compram a vista.
Fora lugares que estão em penhora e deixam habitantes na angústia do vai ou não vai.
Estourou a bolha, cada rua ao menos duas residências para alugar/vender. E cada vez mais constroem condôminos sempre de “alto padrão” ou loteamentos para quem possui terras. Compraram o hotel Viero e outra parte atrás, está o terreno lá, vazio até onde vi. Outra bolha é dos carros elétricos, caros, manutenção quase inexiste e muito produto pra pouco comprador, um celular com rodas.
*DAVI DAMAIN é psicanalista, Mestre e Doutor em Psicanálise pela UFRGS.