Quem pratica o mal ?

*JULIO CÉSAR DE LIMA PRATES

Eu recebi um longo e.mail do capitão, professor da academia militar de SANTA MARIA, meu colega no curso de pós-graduação em Letras, FROILAN OLIVEIRA.

Ainda não o respondi, apesar dos dias.

Por quê?

O motivo é simples, sério e complexo, fora o profundo respeito que eu tenho pelo FROILAN. Um intelectual raro e honesto de nossa cidade. Seu livro NEOATEÍSMO é muito complexo, profundo e de uma seriedade ímpar.

Estou respondendo-o aos pedaços, justamente por conhecer o Froilan e por saber de sua seriedade. É claro, o conteúdo, ou a essência, isso é reservado, como sempre.

Mas me alegra muito termos uma pessoa como o FROILAN em SANTIAGO e é sinal de que nem tudo está perdido.

E o Froilan é formado em Letras, como CAIO ABREU, pessoa totalmente incompreendida. Eu tive a rara  oportunidade de conversar com o Caio. O Bisol e a produção do TV MULHER pediram-me para entrevistá-lo antes, acertar esses detalhes de sempre. Caio odiava Santiago, odiava seu povo e fora muito humilhado numa Feira, parece-me que era FEICAPS, ou algo assim. O PASSO DA QUANXUMA é uma síntese crítica de nossa terra e nossa gente, só quem não sabe ler é que o endeusa e faz apologia a sua crítica, aliás, uma crítica perfeita a nossa boçalidade.

Os tempos mudaram, mas a mentalidade continua a mesma que o CAIO odiava.

O exemplo mais notório é que o caciques do PP, que mandam na cidade, só convidam para a Feira do Livro de Santiago  quem não lhes ataca e isso explica, como eu, santiaguense, autor de 6 livros, nunca recebi um convite, nem para a tal feira. E tudo começou com TIAGO GORSKI e seguiu com PIRU GORSKI. Seguindo a linha, nem a URI me manda um e.mail de notícias. E distribuem até dinheiro de publicidade para blogs que surgem e desaparecem, embora o meu tenha  23 anos.

Mas eu não mudo. Nem mudarei. Ceder para coronéis? Só eu nascesse de novo e fosse outra alma, porque eu tenho caráter e ética, embora eu nem saiba se existe alma.

Mas – enquanto eu for vivo – serei o mesmo. Quem gosta de processar, deve estar pronto para ser processado e eu não sou o tipo que perdoo e nem cedo. Eu marco uma pessoa que me atingiu por 20, 30 anos, até que chega a hora do meu troco, por isso vivo dizendo que sou islâmico, pois guardo quieto e sempre pratico a vingança. Nunca escondi de ninguém que sou vingativo.  Não importa quem, recentemente comuniquei ao TJ-RS que vou processar um juiz, pois quem é guerreiro, não escolhe adversários, seja eles o que forem ou estejam escondidos atrás do cargo que bem entenderem. Com 66 anos, foi fácil inferir que todos tem uma cola, seja pequena, média ou grande. O certo é que todos  tem um rabo e nem sempre esse é possível de esconder.

O que eu ando sabendo, o que eu investiguei e o que eu busquei, tenham certeza, é assombroso e minha revanche sempre vem. É isso que move, que me dá vida e, portanto, estejam todos preparados. Não acredito em amizades, nem em amor, mulher, respeitosamente, só se move por dinheiro, e por isso, por ser pobre, sempre ando sozinho e espero morrer sozinho. Mas, convicto de minhas certezas. É claro, existem mulheres honestas, mas são diminutas.

Aprendi com o ocultismo uma coisa só funciona se for pura, sem dinheiro, sem nada, apenas pelo amor ou ódio ao próximo. Se eu fosse contar o quanto tudo funciona, muitos estudarariam o ocultimo com seriedade. E como funciona. Só não funciona com quem busca dinheiro, aí eu garanto que não funciona.

Eu fiz algumas práticas e conheço bem a teoria. Todos vão pagar, direta ou indiretamente. Quem se atravessou comigo, terá um tratamento especial. Sempre. Sempre.

Mas eu vivo quieto, recatado, não me encanto com nada. Me tiraram tudo e  eu fiquei quieto, sei tudo o que eu perdi e sei quem foram as raras pessoas que ficaram ao meu lado. Sei bem quem foram meus inimigos e sei bem quem são meus inimigos.  Nem se preocupem, pois eu sei bem discernir as coisas e nunca me confundi.

O bem e o mal depende de cada pessoa. Existem pessoas que acham boas e vivem enfiadas no mal, suas práticas são maléficas e o custo de seus atos será alto, seja para si, seja para os seus e as suas. Ninguém que pratica o mal, escapa do mal. O mal é diferente da vingança.


* Autor de 6 livros  todos publicados pela PALLOTTI e GRUPO EDITORIAL FRONTEIRA-OESTE, jornalista nacional com registro no MtB nº 11.175, Registration International Standard Book Number nº 908 225 no Ministério da Cultura do Brasil, desde 17 de abril de 2008, Sociólogo 1983/1987, 90/91, Advogado 1994/2004 e Teólogo de 2020/2023. Pós-graduado em Leitura, Produção, Análise e Reescritura Textual 2007/2008, com o livro A LINGUAGEM JURÍDICA NA IMPRENSA ESCRITA e também Pós-graduado em Sociologia Rural,  2000/2001, com o livro O IMPACTO DO MERCOSUL NAS PEQUENAS PROPRIEDADES FAMILIARES DO RIO GRANDE DO SUL ( não editado). Titular desse blog desde o ano de 2002, tendo esse blog 24 anos, um dos mais antigos do Estado.

 

 

A História COMPLETA das SOCIEDADES SECRETAS e MAÇONARIA – Daniel Lopez

Um documentário passa por assuntos como sociedades secretas, maçonaria, Templários, Vaticano, Salomão e os símbolos usados por grupos discretos ao longo da história. Construímos uma linha de raciocínio clara: não são apenas “segredos ocultos”, mas também certos códigos, rituais e influências que atravessam política, religião, cultura e poder.

DANIEL LOPEZ  é formado em Jornalismo na Universidade Federal Fluminense, Mestre e Doutor pela mesma Universidade. É formado em Teologia pela Universidade Metodista de SP. É pastor evangélico da Igreja Bola de Neve. 

CazéTV deveria nos fazer questionar vínculo da mídia com bets

Natália Viana – Ag. Pública

Em dias de jogo do Brasil, são mais de 18 milhões de dispositivos conectados à CazéTV, que hoje já passa de 35 milhões de seguidores no Youtube. Enquanto narram a partida, os apresentadores entoam as “odds”, pedem para a gente ir participar de uma aposta, propalam como a oportunidade é boa.

O Ministério da Justiça abriu uma investigação e o Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) considerou propaganda abusiva, sugerindo a suspensão das propagandas das empresas KTO, Betnacional e Bet365 no canal. Só então, a CazéTV resolveu mudar e deixar os anúncios apenas para os intervalos (que são muitos nesta Copa, diga-se).

Fim de papo? Não. Este é apenas o começo do papo. A discussão sobre a onipresença das bets em propagandas para todo lado deveria virar o grande legado desta Copa do Mundo.

A parcela de brasileiros que enviou dinheiro para bets durante a Copa do Mundo saltou para 34,8% da população, triplicando os 11% registrados em maio, segundo levantamento da fintech Klavi, com base em dados do Open Finance.

Pública apurou como o dinheiro das bets e um aporte milionário da XP ajudaram a erguer o império lucrativo da CazéTV. Mas não são só eles que lucram com as apostas. Canais da TV aberta também – afinal, como mostrei há quase um ano, a Globo é sócia da MGM Resorts International em uma casa de apostas online, a Bet MGM. O SBT tem sua própria Bet, a Bet do Milhão. E a Band lançou a BandBet. Além disso, todas elas se esbaldam em propagandas de bets antes e depois dos jogos.

Sites noticiosos como Brasil 247, Terra, Metrópoles, Poder360 e CNN também ganharam dinheiro com anúncios de casas de apostas. E eu posso dizer tranquilamente: quem não o fez, é porque resistiu muito.

O jornalismo, esta atividade tão atacada, tem como único esteio a responsabilidade com a informação que publica. Se os sites jornalísticos gastam as horas dos seus repórteres para denunciar a epidemia de bets, é um absoluto contra senso neutralizar este trabalho suado com propagandas coloridas e chamativas convocando o leitor a “apostar já”. 

As empresas de apostas online não geram absolutamente nenhum valor social. Elas drenam o dinheiro do bolso dos brasileiros e empurram os mais vulneráveis para o abismo. As famílias estão quebrando, o endividamento explodiu e, hoje, quem resiste a esse descalabro é apenas a sociedade civil e o jornalismo de fato comprometido com a realidade.

É por isso que a Pública colocou de pé a série Jogo Perigoso: O Brasil das Bets. Nossos repórteres foram investigar o que ninguém quer mostrar: como esse mercado mantém o Congresso nas mãos, quais são as falhas gritantes da regulação e como isso destrói vidas lá na ponta.

Esta investigação foi possível porque ainda existe jornalismo que não aceita dinheiro de bets. Nossas reportagens foram 100% financiadas pelos nossos leitores no ano passado. Enquanto os outros lucram com as bets, nós escolhemos combatê-las com a nossa melhor arma: o jornalismo investigativo independente.

Se você também concorda que investigar o lobby das bets é um serviço essencial para o país, não seja apenas um espectador. Apoie a Pública e garanta que ninguém consiga engolir a nossa independência.

Do Estado e as ideologias

*Julio César de Lima Prates

Sei que existe um profundo questionamento acerca de minhas posições político-ideológicas, e essas afloraram após a análise que fiz envolvendo o campo oposicionista de Santiago, minha cidade natal.

Vou fazer uma abordagem por etapas: Sobre o Estado e minha posição ideológica.

Quando estudante de sociologia, logo percebi que também deveria cursar DIREITO, especialmente para entender o Estado, as teorias e os poderes, bem como o arcabouço constitucional. Na sociologia, falávamos em Estado, mas com profundas lacunas. Os sociólogos não dominam nada sobre o aparato do Estado e seus poderes. Os advogados, embora o nome do curso seja Ciências Sociais e Jurídicas, nada sabem sobre Ciências Sociais e tem nos currículos um semestre de sociologia e outro de economia. E fica nisso.  Ciências Sociais implica em saber Ciência Política, Antropologia,  Sociologia, Populações e Demografia, Estatística, História Geral Mundial e História do Brasil  …   

Aos 27 anos, dei uma de autodidata. Foi quando eu percebi (tardiamente) que a universidade bitolava o aluno e – por conta – joguei-me numa busca para entender os campos paradigmáticos das ciências sociais e humanas. Era impossível compreender o Direito, sem entender suas vertentes epistemológicas, o positivismo kelseniano, o jusnaturalimo e a teoria dialética do direito.

Como entender economia, sem ler os clássicos do neoliberalismo, Friedrich Hayek, Von Wiesse (o Leopold e o Ludwig), em tempo, conhecia tudo sobre a social democracia europeia, socialismo, 2ª, 3ª e 4ª internacional. É claro, Trotsky e Stalin, Smith e a fantástica obra A RIQUEZA DAS NAÇÕES, e François de Quesnay e seu Tableu Economique (li o original em Francês, em 1984).

Em suma, eu precisava entender os paradigmas das ciências sociais, da antropologia, da filosofia, da ciência política e um domínio ía me levando a outros. Por exemplo, quando cheguei na Antropologia, já conhecia Althusser e Marx, mas desconhecia Saussure e Pechet. Desconhecia a arqueologia das construções discursivas. Estava encantado, uma coisa me leva a outra.

Exatamente, dos 27 aos 42 anos, fiz a melhor faculdade do mundo, mas para fazê-la precisei me afastar das viseiras da universidade tradicional. Estudei todos estes anos por conta, por isso digo que sou um pouco parecido com esses malucos que estudam por conta. Faço este exemplo, porque sou parecido com os  abandonam os estudos.

Embora eu tenha cursado 3 faculdades, só consegui realizar meu sonho em busca do saber e do conhecimento, absolutamente andando por caminhos próprios, embora com um método bem delineado, a Dialética.

Ao longo da minha vida, são poucos os clássicos da literatura que não li e são poucos os paradigmas das ciências sociais e humanas que eu não domine.

Com a Dialética, com Harold Bloom (achei fantástico a junção da Dialética com a Cabala Judaica), entendo bem o Direito e o Estado, e, tendo estudado tanto o neoliberalismo, quanto a social-democracia e o socialismo, com as variâncias da revolução russa e chinesa, francesa, cubana, em especiais.

Passei por cinco faculdades para completar meu curso de Direito,  e, sociologia, só conclui as cadeiras do bacharelado, após minha expulsão da universidade, via EAD; fiz um pós em letras, outro em sociologia rural. Teologia, cursei recentemente de 2020 a 2024. 

O que me afastou da esquerda, basicamente, foi compreender o Estado tentacular, algo que sempre me pareceu incompatível com a liberdade. Quanto ao Estado, não acredito em fórmulas prontas, nem de um lado, nem de outro. Acredito que cada caso é um caso a ser construído, assim como os limites da intervenção e/ou da não intervenção.

Não demorou muito tempo para eu perceber o controle que as corporações exerciam sobre o Estado, praticamente dominando tudo e fazendo a sociedade refém. Vi isso na constituinte de 1988, vi isso na constituinte estadual de 1989. A sociedade civil no Brasil é um blefe. As forças armadas, embora influentes, representam também o corporativismo. Somos uma sociedade dominada pelas corporações de servidores públicos, salvo raríssimas exceções de pessoas que se dispõem a empreenderem e os eternos trabalhadores.

A esquerda apropriou-se do discurso e da defesa dos interesses corporativos. Não fala para a sociedade, fala para as corporações. Ou manipula os interesses dos trabalhadores da iniciativa privada. Em qualquer hipótese, uma lástima.

O curioso é que todos falam em nome da sociedade.

Sou ideológico, mas quem mão é?

Volta e meio surgem as críticas de que faço um jornalismo e que minhas posições jurídicas são  ideológicas. Como fui acusado de ser ideológico, ao defender minha posição, lembro-me que, em 1985, escrevi um artigo no jornal Zero Hora, onde repliquei monsenhor Dalvit, que acusava o clero progressista de ser “ideológico”. A impressão que fiquei é que o Monsenhor não sabia o que era “ideologia”, do contrário, não pronunciaria tal disparate.

É claro que se os detratores que nos chamam de “ideológicos” se forem ler o livro “O que é Ideologia” da professora Marilena Chauí, vão ficar mais confusos ainda, afinal ela usa apenas uma visão de interpretação. O termo foi criado em l801, por Destut de Tracy para designar a análise das sensações das ideias, segundo o Método de Condillac. Isso aprendi com Abbagnano.

Aliás, o mesmo Abbagnano é quem, com melhor precisão, retoma o debate sobre os ideologistas franceses, que eram hostis a Napoleão, recebiam também a pecha. Os bonapartistas, de forma depreciativa, como os detratores locais, acusam seus opositores de “ideologistas” (PICAVET, Les idéoloques, Paris, 1891).

Porém, Antônio Gramsci, também teórico italiano, fez ao meu ver a melhor abordagem sobre o termo polisêmico e afirmou que todas as manifestações intelectuais, produzidas de forma individual ou coletiva, na arte, na literatura, na pintura, na dança e na música, eram manifestações ideológicas (Concepção Dialética da História). Claro fica, portanto, para Gramsci, que ideologia era afeta a uma visão integral de mundo e independia desta ser produzida pelas classes dominantes ou dominadas, visto que ideologia seria mesmo uma manifestação de ideias. Essa visão gramsciana, contudo, choca-se com os ideais do jovem Marx, de 26 anos, retomadas por Chauí, mas que mesmo assim afirma ser um “contrasenso falar em ideologia das classes dominadas visto que ideologia pressupõe dominação” (O que é ideologia).

Ou alguém acha mesmo, de sã consciência, que defender o desenvolvimentismo nas asas do neoliberalismo econômico mundial, não é uma posição ideológica? A posição é tão ideológica quanto a minha. Ao defenderem um modo de produção assentada na exploração das pessoas, ao defenderem a propriedade apenas as família tradicionais, também, também, estão defendendo uma posição vivamente ideológica.


O que nos difere é que eu sei que sou ideológico, sei o que é ideologia e não vejo nenhum mal nisso, pelo contrário, tenho lucidez para participar de um debate social sem medo de achar que sou diferente dos outros. O que fico perplexo é que esses outros, não sabem o que dizem, pois defendem posições tão ideológicas quanto as minhas. Tudo é ideológico, até quem se diz não ideológico

Minha constatação, nas ciências sociais e humanas, é que não existe neutralidade, todas as posições são ideológicas. O problema reside é em não saberem o conceito de ideologia.


* Autor de 6 livros  todos publicados pela PALLOTTI e GRUPO EDITORIAL FRONTEIRA-OESTE, jornalista nacional com registro no MtB nº 11.175, Registration International Standard Book Number nº 908 225 no Ministério da Cultura do Brasil, desde 17 de abril de 2008, Sociólogo 1983/1987, 90/91, Advogado 1994/2004 e Teólogo de 2020/2023. Pós-graduado em Leitura, Produção, Análise e Reescritura Textual 2007/2008, com o livro A LINGUAGEM JURÍDICA NA IMPRENSA ESCRITA e também Pós-graduado em Sociologia Rural,  2000/2001, com o livro O IMPACTO DO MERCOSUL NAS PEQUENAS PROPRIEDADES FAMILIARES DO RIO GRANDE DO SUL ( não editado). Titular desse blog desde o ano de 2002, tendo esse blog 24 anos, um dos mais antigos do Estado.

 

 

 

 

 

 

 

Espicurismo e estoicismo: podem andar juntos?

*JÚLIO CÉSAR DE LIMA PRATES

As redes sociais estão cheias do debate acerca da prática satanista usada por uma pessoa famosa e o assunto se alastrou como uma praga, é o que todos falam.

Eu não falo em satanista como  adoradores de satanás. Falo sim  como filosofia prática que mescla múltiplos entendimentos, muito além de nossa compreensão.

Eu conheço muito bem toda a literatura mundial sobre o ocultismo, mas sempre identifiquei o perigo nos rituais satanistas e me confrontei muito fortemente com um poder,  justamente por conhecer – com detalhes – essas práticas. O reconvexo dos praticantes é fatal seja para o uso direto ou indireto. Por isso, sempre quis minha família longe disso. Fui derrotado e perdi tudo. Não que eu tenha medo, longe disso, mas por conhecer o perigo de quem não sabe nada e entra no modismo.

O satanismo está alastrado dentro de Santiago, muito mais do que conseguem imaginar. Está associado ao poder e as oferendas correm soltas. Até quem simula humildade e indiferença, está enfiado até o último fio de cabelo, pois a ambição material conduz homens e mulheres para esses rituais. Eu tenho dito que abomino religiosos locais metidos nisso, e ninguém está por ingenuidade ou pureza. Todos estão ganhando, seja pouco, seja muito, mas o certo é que a praga satânica tomou conta de nossa cidade.

Cada um frequenta a religião que quiser, assim como cada um participa dos rituais satanistas que bem entender. Isso é da liberdade de quem escolhe.

Eu peguei nojo dessas igrejas evangélicas porque fizeram com o povo alienado e imbecil massa de manobra de uma concepção política direitista e até os católicos estão metidos nisso.

Eu tenho a liderdade de agir contra os que me ofenderam e articularam até a minha morte. O golpe que eles levaram foi quando saquei todo o meu conhecimento sobre ocultismo, mas o fiz de modo limpo e puro, nunca escondi de ninguém.

A gente deve saber quem a gente agride e até onde uma pessoa pode resistir as agressões. Assim como se agride, a revanche é lícita e justa.

Eu conheço os ocultistas locais, embora não respeite ninguém, pois existe sempre uma mescla política com dinheiro e aí, quando existe poder e dinheiro, tudo apodrece.

Não existe bondade pura, estão todos atolados no engano, o negócio é saber o certo e o errado e o satanismo praticado em Santiago é uma distorção grave por poder e dinheiro. Quando maculam os princípios nobres do outro lado da  força, apenas por dinheiro e poder, podem ter certeza que tudo vira um jogo sujo e abominável.

Eu entendo que a podridão tomou um vulto tão grande e tão grave em Santiago que estamos na iminência de um grande caos.

Sigam, eu sigo meu rumo, quieto, paciente e sempre atento aos movimentos ocultos e mesmo aos movimentos não ocultos, mas que carregam a blasfêmia  cultuada por alguns que imaginaram que podiam tudo, inclusive destruir com a minha vida. Eu resisti e sei bem como enfrentar tudo e a todos.

Foi o maior erro deles e delas. Eu vou em paz e não sem razão vivo dizendo que sou cristão e também islâmico, pois nunca escondi de ninguém minha paixão pelo islamismo. Nada disso teria ocorrido se tivessem me respeitado. Preferiram bater de frente, agora arquem com as consequências de seus atos. Sou, sim, um tanto estóico, mas nunca fui puro estoicismo, respeitando Zenão de Cítio, na Grécia Antiga, 300 anos AC.

Quem é que disse que um estóico não pode ser epicurista?


* Autor de 6 livros  todos publicados pela PALLOTTI e GRUPO EDITORIAL FRONTEIRA-OESTE, jornalista nacional com registro no MtB nº 11.175, Registration International Standard Book Number nº 908 225 no Ministério da Cultura do Brasil, desde 17 de abril de 2008, Sociólogo 1983/1987, 90/91, Advogado 1994/2004 e Teólogo 2020/2023. Pós-graduado em Leitura, Produção, Análise e Reescritura Textual 2007/2008, com o livro A LINGUAGEM JURÍDICA NA IMPRENSA ESCRITA e também Pós-graduado em Sociologia Rural,  2000/2001, com o livro O IMPACTO DO MERCOSUL NAS PEQUENAS PROPRIEDADES FAMILIARES DO RIO GRANDE DO SUL ( não editado). É titular desse blog desde 2002, tendo, portanto, 24 anos de existência.