Eu recebi, nessa sexta-feira, 5411 páginas, impressas frente e verso, contendo um pedido especial que eu fiz a um amigo. Um grande amigo, levou 22 dias, mas me entregou tudo o que eu pedi. Estou há horas debruçado sobre tudo e confesso que não é nada agradável a gente descobrir o que a gente já sabia, pelo empirismo, pela intuição, mas que não era nada concreto, A concretudo, mata, assombra e espanta. E não é nada bom, é doloroso, machucado, muito machucado, muito doído. Mas, enfim, é encarar a realidade e a busca foi completa, até quem se julga intocável deixou rastros visíveis.
Quero ver transformar tudo em arquivos, em PDF e comportar em pastas digitais. Vai ser uma enorme mão de obra, embora eu saiba onde está o erro jurídico de tudo, mas, enfim, as provas e datas coincidem em tudo. Não existem erros.
Aprecio muito a inteligência de certas pessoas, agora, é um desafio e tanto. Me sinto como em 2016, quando meus aliados e amigos me deixaram. Eu não recuei, porque conheço os caminhos e como o que fizeram comigo, com minha vida, não tem volta, sempre entendi que eu só tinha um camunho: em frente.
A falsidade é uma coisa sem limites.
Eu escrevo para poucos, apenas para os que sabem ler, como os que sabem interpretar fotos de doces de festa de aniversário. Fui paciente, fui calmo e fui meticuloso. Eu nunca parei e nunca vou parar. Como o que me fizeram não tem volta, minha conduta também não terá volta.
Friso que sei como age a máfia. Sei tudo.
