As Lojas Quero-Quero fecharam 14 unidades no Rio Grande do Sul e demitiram mais de 100 funcionários. A reestruturação ocorreu após a rede registrar um prejuízo líquido de R$ 61,7 milhões no primeiro trimestre de 2026, motivado por juros.
Ontem, foi manchete em toda a mídia de SANTA MARIA o fechamento da loja PONTO FRIO na cidade. Casas Bahia e Ponto (Pontofrio): O grupo varejista fechou dezenas de unidades e filiais no Rio Grande do Sul (como em Porto Alegre na Rua Dr. Flores e na Azenha), integrando um corte nacional de operações.
AZEVEDO BENTO – Dona da Marca Pirata. Fundada em 1855 em Porto Alegre e considerada uma das empresas mais antigas do Estado, encerrou suas atividades após quase 170 anos, afetada por dificuldades logísticas e impactos ambientais no Lago Guaíba.
Gang: Encerramento das operações de todas as lojas físicas próprias no Estado após 50 anos de história, migrando para o formato digital.
DELTASUL: Fechamento de unidades em municípios como Viamão, Osório, Taquari e Tapes.
TUMELERO: Reorganização com o encerramento de 11 filiais no Estado, incluindo pontos em Porto Alegre, Pelotas e Caxias do Sul.
Carrefour: Fechamento de hipermercados remanescentes de antigas bandeiras (como em Novo Hamburgo e Santa Maria).
MadeiraMadeira: Encerrou a operação da sua loja física que ficava na Rua Doutor Flores, no Centro de PORTO ALEGRE, mantendo outras operações focadas em bairros e canais digitais.
Ashua Curve & Plus Size (Lojas Renner): A bandeira focada em moda plus size da Renner encerrou as atividades de sua loja física no Shopping Praia de Belas, também em POA.
Marcas tradicionais gaúchas que também encerraram operações em meio ao difícil cenário econômico e industrial recente que se verifica no Rio Grande do Sul.
Em Santiago, nossa cidade, é um fecha-fecha de lojas no centro e também em bairros. Não vamos citar os nomes em respeito as pessoas que foram duramente afetadas pelo cenário, não competitivo com a internet. Ademais, agora os produtos chineses também estão afetando nossa economia e gerando uma concorrência desleal com os nossos produtos.
Os reflexos disso é um cenário assombroso de falta de dinheiro, enquanto isso produtos básicos de alimentação dispararam os preços nos últimos meses nos mercados.
