PAULO GIRALDELLI é filósofo, mestre, doutor e pós-doutor em filosofia.
O convencimento da virtude e a semeadura do mal
*JULIO CESAR DE LIMA PRATES
“Quando um homem se convencer de sua própria virtude, ele é capaz de qualquer coisa”. Fiódor Dostoiévski
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Eu sei bem quem são as pessoas que se convencem de suas próprias virtudes, e a partir dessa ilusão do convencimento da virtude, não medem os esforços que vão causar nos outros e nem sequer na formação de uma criança.
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Esses e essas são as piores espécies humanas. Há anos venho resistindo quieto essa terrível dimensão diabólica de um tarado sexual descontrolado e de uma víbora manipuladora capaz de impor sofrimentos a uma pessoa indefesa, desde que ela satisfaça suas loucuras e seu ego.
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O tarado já está ardendo com uma demência neurodegenerativa com a perda gradual de memória, inteligência, linguagem e raciocínio. É a crueldade da vida que retribui aquilo que se arma para com os outros e mais grave ainda, se essa outra vítima das armações é/era inocente.
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O futuro dessa mulher é tão sombrio quanto o avassalador destino que se impôs ao homem que imaginou que poderia tudo e armou para destruir um pai inocente e uma filha criança que apenas viviam a vida com pureza. Hoje eu li sobre o futuro dela e o que eu vi não é nada bom, embora eu seja apenas um leitor, um modesto leitor que sei interpretar subjetividades, mesmo as mais inconfessáveis. Eu conheço bandidos e bandidas pela sensibilidade que eu tenho ao tratar com as pessoas e sei que essa dupla podre fez para me atingir, embora o fingimento e a negação de tudo que eles externam perante aos demais da sociedade.
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(…) Quando um homem chega ao ponto de perder a estima de si próprio e abdicar das suas melhores qualidades e da dignidade humana, perdeu tudo, a sua ruína é inevitável.
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*Jornalista MTb-RS 11.75, Jornalista Internacional com registro de Editor nº 908225, Sociólogo, Teólogo e Advogado.
Pós-graduado em Leitura, Produção, Análise e Reescritura Textual e também em Sociologia Rural.
Autor de 6 livros e titular de blog www.julioprates.com desde o março de 2002.
STF decide responsabilizar big techs por posts de usuários
*JULIO CESAR DE LIMA PRATES

Sábia decisão do STF de responsabilizar big techs por posts de usuários. Sei que foi uma decisão pesada, mas precisava ser tomada e a decisão da nossa Corte Maior foi a mais inteligente, pois é uma forma de impedir a zorra no país e por um freio na anarquia e na baderna, especialmente nas mentiras irresponsáveis.
Doravante as Redes sociais respondem por posts mesmo sem ordem judicial e essa decisão é corajosa e merece nossos elogios. Os Ministros do STF declararam inconstituciional, em parte, o artigo 19 do marco civil da internet e isso é controle sim, pois é melhor o controle do que deixar a proliferação da anarquia e do caos.
Foram 8 votos a favor do controle maduro e sério e 3 respeitáveis votos contra a decisão majoritária da Corte.
O marco civil da internet está regulado na lei 12.965/2014 e foi uma resposta séria, dura, mas necessária.
Pior que isso, seria uma internet sem controle e cada caso tendo que ser levado ao poder judiciário. Embora usuário das redes sociais, como poucos aqui em nosso meio, achei a decisão muito corajosa e, sobretudo, sem medo dos desafios que se apresentam.
Com a decisão tomada partir de agora os provedores poderão ser responsabilizados, mesmo sem decisão judicial, em casos como mutilação, drogadição, tentativas de golpes contra o Estado democrático de Direito, terrorismo, incentivo ao suicídio (o que é uma praga sem precedentes). E relevante a coragem de enfrentar o discurso de ódio racial e religioso, tão usado em nosso meio, ataques a sexualidades das pessoas e particularmente os ataques contra as mulheres e crianças, sendo uma barreira aos crimes sexuais contra crianças.
Já os crimes contra honra, aqui a decisão é brilhante, precisam do filtro do poder judiciário, embora aqui em nosso meio o grupo que controla a política e sempre se faz de vítima quando atacado e sempre recorre ao poder judiciário se dizendo vítima de calúnia, injúria e difamação, mesmo em defesa de mentiras descaradas e deslavadas que aplicam.
Agora, os provedores deverão adotar a autorrregulamentação.
Essa é minha visão inicial e preambular, sendo que volto ao assunto com maiores detalhes e informações.
Sei que foi uma decisão dificil para os Ministros do STF, mas uma resposta precisava ser dada aos abusos e descontroles evidenciados.

*Jornalista MTb-RS 11.75, Jornalista Internacional com registro de Editor nº 908225, Sociólogo, Teólogo e Advogado.
Pós-graduado em Leitura, Produção, Análise e Reescritura Textual e também em Sociologia Rural.
Autor de 6 livros e titular de blog www.julioprates.com desde o março de 2002.
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Rodrigo Silva é teólogo e Doutor em Arqueologia pela USP. Mestre em Teologia Histórica. Doutor em Teologia Bíblica e Arqueologia Clássica.
