Da morte de Charlie Kirk e a semeadura do ódio dentro de SANTIAGO

O assassinato do influencer Charlie Kirk, nos EEUU, no Estado de Utah, quando discursava na universidade local, abriu um debate altamente compremetedor em nosso meio, trazendo à tona ódios da esquerda e incentivando a morte e a violência.

Esse caldo de cultura violenta sempre existiu em nosso meio e a esquerda brasileira nunca soube tratar e nem respeitar as ideias opostas, pois tipificam os adversários com apelidos grotescos, expressões chulas e um menosprezo até contra a condição humana.

Saudar a morte de Charlie Kirk, apenas por suas ideias em favor da família e da sociedade em ele nasceu e vive, é o ápice da grosseiria e da intolerância, pois matarem um pai de duas crianças, um homem bem casado, e um cidadão exemplar. Fiquei pensando seriamente o que levou o PENINHA, muito conhecido nosso a saudar essa morte e transformar um evento fúnebre em festa.

Dias atrás, eu narrei as longas horas de conversa sobre filosofia e psicanálise com meu amigo DAVI DAMIAN e recebi dele uma elogiável recomendação, própria da civilidade: “Obrigado pelo post e por te contribuído em nossa conversa.Como falei na saída, “obrigado pela conversa”; tu também contribui e muito! Ave! Sou grato!”

As pessoas terem ideias diversas é altamente natural, porém, cabe a elas saberem os limites do respeito e interagirem na troca de ideias. Eu decidi abandonar o PT e pedi desfiliação dos quadros justamente por não concordar com o radicalismo e também por ações notórias contra mim, especialmente um nome que eu ajudei a construir e se voltou contra mim, NELSON JOBIM, que aparenta ser uma coisa e é outra bem diferente. O dano causado foi terrível, mas darei a resposta na hora certa e na ocasião oportuna. Sei bem quem está por trás, quem fomentou intrigas e quem semeou o ódio.

Não pensem que o ódio de Peninha não está solto em nosso meio e o ex-prefeito TIAGO GORSKI é um homem que não sabe aceitar a crítica e ainda usa a mentira, por intermédio de advogados evangélicos, para tentar condenar pessoas inocentes, cito o caso das 300 casas populares que ele prometeu em 2016 e não entregou nenhuma até hoje. O que é isso? Senão a semeadura pura do ódio dentro da sociedade santiaguense?

E Tiago desencadeou o ódio em escala e tenho notado isso no comportamento de pessoas que se diziam minhas amigas e hoje me odeiam sem motivo aparente, como se o fato de eu ser oposição ao PP, fosse uma franquia para eu ser condenado e preso . E mais grave ainda: soube até que já arrumaram um matador, dentro do presídio, cujo escopo é me degolar, caso ocorra minha prisão no embuste das 300 casas populares prometidas em 2016 e até hoje não entregues. Eu  tenho fontes.

O problema é que eu sou a voz crítica e isso explica o ódio contra minha pessoa. Lamentável, da mesma forma, a conduta de policiais que não sabem manter a distância protocolar de cargos públicos e ficam bajulando e atuando quase como capangas.

E não fica por aí. A URI é uma vergonha e essa direção atual, é a pior de todas, pois meu blog tem 23 anos e nunca recebi sequer um release de universidade e é tudo influência de TIAGO GORSKI, o que me faz crer que o PP manda dentro da universidade, pois outro dia eu recebi até o pacote de pagamentos de publicidades de blogs, que não tem num 1% da minha história e nem falo em acessos, e são contemplados com generosos pagamentos de publicidades.

Tudo isso me faz crer que esse tratamento desigual dos órgãos públicos aos jornalistas de Santiago é a ponta do ódio e a semeadura do mal em nosso meio, e isso é muito sério e muito grave. O caso de Charlie Kirk tem a mesma raiz, a mesma origem e o mesmo mal.

O ódio em Santiago está presente em todos os meios. O comando da Brigada até pode fazer festinhas e churrascadas, só que ele só faz com um lado político da cidade, assim como o padre, que se acha uma estrela pop, mas só festeja com um lado ideológico da cidade. Será que essas pessoas não notam a extensão dos seus erros? Será que ninguém nota que aí está o origem do erro e que autoridades não poderiam ser ícones somente de um lado político da cidade?

E depois o lado de TIAGO GORSKI fica ameaçando os demais lados. Eu sei de um radialista que foi vivamente ameaçado e o PIRU não é santo, na medida em que participa dos mesmos grupos e das mesmas festinhas. As fotos rolam de whats em whats e por isso eu me afastei do Éldrio, do Breno, pessoas que eu gostava, mas que misturaram tudo dentro de SANTIAGO.

Eu tenho uma noção diferente de autoridade e entendo que eles podem e devem confraternizar com todos os setores da sociedade e jamais com apenas um grupo político da cidade.

Sou amigo do BIANCHINI, presidente do PL, e ele me manda fotos dele até arrancando mandiocas e as publico, com afeto e carinho, porque nunca menosprezei ninguém e nem nunca tratei diferente por questões ideológicas, mas sou maduro o suficiente para afirmar que o mesmo ódio que matou Charlie Kirk está vivo em nosso meio, só não vê quem não quer.

O tempo

*DAVI DAMIAN

Essa teve algo que não percebi, o Tempo.
Não levamos a conversa, a conversa que nos leva

O Tempo Chronos (cronológico) e o Aion o momento atemporal da potência de conteúdo


*Psicanalista, Mestre e Doutor em Psicanálise  pela UFRGS. 

AMIZADES E RECORDAÇÕES

Na tarde dessa sexta-feira, logo após as 14 horas, recebi a visita do meu amigo DAVI DAMIAN. Embora trocássemos mensagens de whatsapp, há dias não falava com esse amigo tão querido e tão amável, que sempre enriquece nossos diálogos com muitas reflexões sobre filosofia e psicanálise. Noto que o DAVI tem bons conhecimentos em filosofia e derivam-se daí ricas conversas, análises muito pertinentes.

Nossa conversa estendeu-se até perto das 18 horas e como nessas rodas de filosofia um assunto emenda no outro, as horas passam velozmente, sempre num ambiente rico e fecundo.

Agradeço muito a visita do amigo DAVI DAMIAN e faço votos de que ele sempre repita a visita, pois são raras e preciosas.

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Eu estava muito triste com um diálogo que eu pedi para um professor de telemática baixar do meu celular (já vou dizendo que não foi o Lucas), mas esse professor baixou com fotos e tudo, realmente um técnico muito habilitado . Eu precisava dessas fotos para instruir um processo que vou mover, e embora as desejasse muito, fiquei triste e chocado com o que eu vi e li. Mas a vida é assim mesmo.

Agora, tenho tudo em mãos e vou aproveitar o final de semana para a construção de uma ação necessária e justa. Embora doída, extremamente doída.

 

Sobres as amizades

DAVI DAMIAN*

Teu escrito sobre amizade me lembrou deste que segue, surgiu em uma memória de 5 atrás, mas não lembrei se escrevi ou surgiu vagando e peguei associando alguma fábula medieval como em St. Agostinho na Epistemologia e Teologia.

Um guerreiro sabe que um anjo e um demônio disputam a mão que segura a espada (pensamentos, língua, palavras, atos).

Diz o demônio: “Você vai fraquejar. Você não vai saber o momento exato. Você está com medo”.

Diz o anjo: “Você vai fraquejar. Você não vai saber o momento exato. Você está com medo.

O guerreiro fica surpreso. Ambos disseram a mesma coisa.

Então o demônio continua: “Deixa que eu te ajudo”. E diz o anjo: “Eu te ajudo”.
Nesta hora, o guerreiro percebe a diferença.

As palavras são as mesmas, mas os aliados e interesses são diferentes.

Logo como as estratégias em Bovary, surge a trama de Macbeth, onde este tornou-se rei devido a Lady Macbeth e seus estratagemas influenciando tudo e todos até o rei desde o início, sussurros de veneno. As palavras venenosas só funcionam quando alguém que as engolir/ouvir; o personagem “Língua de Cobra” conselheiro/amigo em “Senhor dos Anéis” que deixou um rei Théoden de joelhos e debilitado pelo “encanto de suas palavras/conselhos.

Lady Macbeth por fim sente culpa de ter feito tudo o que fez.

Mas fica a pergunta que o teu conteúdo/escrito esconde sendo claro: “quem hoje sente culpa ou pede perdão por seus atos?”


*DAVI DAMIAN – É psicanalista, Mestre e Doutor em Psicanálise pela UFRGS

Uma vida simples

*Júlio Prates

Eu nasci em meio a um mandiocal. Meu pai sempre plantava-as e eu, desde criança, fui um exímio comedor de mandiocas.

Sempre quando almoço fora, minha festa é quando tem mandioca.

Então, eu cozinho uma panelada de mandiocas, frito dois ovos e faço um arroz básico; raramente como carne e quando como é só frango ou peixes. Raramente como carne vermelha.

Minhas refeições são absolutamente simples e meu modo de comer é mais simples ainda. Sempre fui assim, desde criança sempre comi o que tinha, nunca escolhi comida. Lembro-me, a noite, às vezes. a Nina inventava de comer coxinhas; eu saia e comprava-as, nunca deixei faltar nada para minha filhinha. Ademais, em casa, sempre cozinhava para ela, que adorava as sopas que eu fazia.

Hoje, vivo sozinho. Cuido-me, porque não tenho outra escolha. Passo boa parte do tempo encerrado em casa e para me manter: como mandiocas.

Mandioca é rica em potássio e tem muitas fibras, e é, pari passu, um  alimento tri de bom  para o coração. Ademais, a riqueza em  potássio regula os fluídos e alivia a tensão nas artérias e nos vasos sangüíneos. Vejam, queridos leitores e leitoras, a riqueza que advêm da simples comilança de uma mandioca.

Eu escrevo, geralmente, até as 3 ou 4 horas da manhã. Também pesquiso muito.

Converso a noite com meus amigos e amigas, E os assuntos são os mais variados, mas falamos sempre sobre GAZA, Rafaf, a questão palestina, os EEUU e muitas pessoas trocam ideias comigo; os evangélicos, sempre assustados com a volta iminente de Jesus, só me cansam e tenho que explicar a cada um deles que não acredito em profecias malucas.

Confesso que, hoje, transito entre o agnosticismo e o ateísmo, embora a herança evangélica sempre presente. Acho que sou um pouquinho de cada um, sem uma definição pronta, aliás, não gosto de nada pronto e aprecio as questões abertas da vida. Especulações não são certezas e certezas, em termos de religiões, convenhamos que não existem. Certeza, só tem quem não domina bem os arquétipos ou está numa religião por conveniência.

Um dia, o saudoso Paulo Henrique Amorim disse que o jornalista com menos de cem processos não era um bom jornalista; ele andava na casa dos mil e poucos.

Não sem razão o STF decidiu sobrestar todos os processos que tinham conflito constitucional entre os artigo 5º, X,  e o 220, ambos da CRFB/88. O conflito entre os 2 artigos é evidente que até uma menina como a NINA,  sabe entender que não existe prevalência de um artigo sobre o outro e os dois são conflitantes entre si, pois um diz uma coisa que colide com o que diz o outro. Daí o surgimento do paradigma constitucional.

Aqui em Santiago, as pessoas se assustam com os processos de um jornalista que escreve. Mas a vida é assim mesmo. Gustave Flaubert foi parar nos tribunais da França por causa de seu livro Madame Boravy(foto) e o preconceito de que todas as mulheres da França seriam igualadas a EMMA BOVARY, esposa do médico Charles Bovary. Realidade é uma coisa e arte é outra, disse ele em sua defesa.

Agora, com a modernidade, embora meu blog tenha completado 23 anos, dia 22 de março desse ano,  acho que vou migrar para uma nova forma de comunicação. Esperemos pela hora certa.

Enquanto espero o tempo passar, sem medo de ficar gordo, como mandiocas a noite, a tarde e em todas as horas. Basta eu estar em casa, se é que posso chamar de casa meu modesto refúgio, de onde anoto o que vejo no mundo e debato numa estranha interação com as pessoas, sendo que sou lido em mais de 60 países e firme mais em SP e RJ, assim como nos Estados maravilhosos do Nordeste, e vou tocando a vida, comendo mandiocas, cozidas e depois torradas levemente.

Como não sou advogado criminalista, não me meto a opinar numa área que não conheço nada, por isso, deixo as opiniões sobre o julgamento de hoje, caso Bolsonaro  e outras pessoas, para quem é do metier, não gosto de opinar sobre o que eu não domino.


*Autor de 6 livros, jornalista nacional com registro no MtB nº 11.175, Registro de Editor Internacional  nº 908 225, Sociólogo e Advogado inscrito na SA OABRS sob nº 9980 e Teólogo. 

Eu escrevo apenas a realidade e meu próximo livro será a mais pura expressão de uma verdade humana.