Meu destino em Santiago

Ontem cheguei de uma viagem curta aqui pela região, onde fui a trabalho, e ainda guardei um tempo para achar a LIVRARIA LUAR aberta. Cheguei a tempo, estavam quase fechando. Há dias eu vi que tinham alguns livros, todos usados, mas que eu queria comprá-los, especialmente para guardá-los a NINA.

Sábado passado, na minha última visita ao sebo, vi que tinha um exemplar de O PEQUENO PRÍNCIPE, de Antoine de Saint-Exupéry, com aquarelas do autor, é voltado ao público infantil, porém, é fantástico. O livro narra a queda de um avião perdido no deserto do Saara cujo piloto conhece um rapazinho vindo de outro planeta. É uma história fantástica e o li há uns 50 anos atrás e quem me emprestou o livro foi o seu Aparício Gomes da Silveira, que cuidava a biblioteca do Partido Comunista, no fundo eu até acho que era tudo dele. Mas ele sempre me emprestava os livros e eu tinha 17 anos quando li o Antoine de Saint-Exupéry, que, aliás, morreu numa queda de avião no ano de 1944.

Eu nunca compro livros novos pelo preço e sou velho cliente do SEBO O LUAR.

Também comprei HORA DO ESPANTO, que narra o drama da Família Johnson que compra um lindo espelho, só que as garotas do casa imaginam que podem ver uma imagem fantasmagórica de uma outra garota dentro do espelho. A narrativa de Edgar Hyde é fabulosa, até que as 3 filhas da casa decidem quebrar o espelho para libertarem a moça presa dentro do espelho.

Também comprei o livro do Professor DALMO DE ABREU DALARI, O QUE SÃO DIREITOS DA PESSOA HUMANA onde ele narra a importância do contraditório e da ampla defesa, direito que me foi negado 3 vezes pelo juiz e também por uma câmara cível do TJ-RS, não sem razão meu recurso especial ao STJ está desde dezembro de 2025 e até hoje não remetido ao STJ, embora a desembargadora relatora deve ter visto do tamanho do absurdo praticado contra mim, influenciado por um desembargador aposentado do TJ-RS que se dizia meu melhor amigo. E chegava a escrever sobre isso. Só que ninguém me impedirá de exercer a minha Verdade e de relatar a minha Verdade sobre os fatos.

Eu não tenho pressa e acho louvável a preocupação da Doutora Desembargadora, porque ela sabe que eu vou incendiar muitas malandragens de altas figuras do mundo jurídico e estou plenamente pronto para o embate e o enfrentamento, e nem falo que vou desmascarar um blefe que atua em nosso meio, pode até bons conhecimentos jurídicos, agora o que ele não sabe é que tenho todas as suas conversas gravadas e tudo distribuido a 4 advogados locais, que têm cópia de tudo. Será um embate de vida ou morte, porque eu não sou de ceder nenhum milímetro quando tomo uma decisão. Ou eles mandam me matar, ou terão que engolir a Verdade que sei e documentei toda. Há muito tempo eu tenho escrito que não existem mais segredos em telefones, embora as gravações de 2016 contra GUILHERME BONOTTO tenham sido todas engolidas pela por quem deveria zelar pela integridade do que se fala em whatsapp, de quem grava e de quem não se cuida com o que diz.

Outro dia, comendo uma pizza com o Peruffo, do IBGE, ouvi dele o profundo desgosto com o GUILHERME, que não lutou e virou as costas para os santiaguenses que acreditaram nele.

Também comprei o livro POR QUE OS HOMENS MENTEM E AS MULHERES CHORAM de ALLAN E BÁRBARA PEASE, reconhecidos mundialmente e que já venderam 11 milhões de livros e ela inicia seu livro assim: “Para ter êxito com o sexo oposto você precisa falar duas línguas: a das mulheres e a dos homens. Na real, é apresentada uma solução para tornar a convivência mais prazerosa, embora eu sequer acredite nisso. Mas é um bom livro.

Também comprei da coleção LITERATURA COMENTADA, o livro de Poeta que eu admiro muito ÁLVARES DE AZEVEDO, realmente esse é um poeta e cuja leitura nos enche de prazer, pois é sério e domina muito bem o vernáculo. Há muitos anos não leio mais poesias depois do show de horrores que vi em SANTIAGO, onde os empilhadores de palavras se dizem poetas, mas, afinal, é minha cidade e tenho que ter a compreensão sociológica desse fenômeno estatal frito com a loucura individual de quem se acha poeta.

É claro, livros usados do sebo são bem acessíveis e sei marcar bem o que me interessa.

Reservei, por causa do KAMAL, que me falou ontem em comprar um VADE MECUM. E não é que achei uma raridade com o Código de Hamurabi, escrito em 1772 aC, e Lei do Talião registrada no Código de Hamurabi, que é o que eu vou aplicar, e todos sabem do que eu estou falando. Não é surpresa para ninguém.

E assim sigo minha vida, vivendo a dor do tormento, mas confiante e esperançoso na Justiça e meu próprio potencial, bastante obstinado, certeiro de que farei VINGANÇA contra tudo o que me feito e deixo fluir meu lado islâmico, sem medo, do lado do xiismo político iraniano.