Petrobras foi 2ª petroleira mais lucrativa do mundo no 1º trimestre

PODER 360

Estatal teve lucro líquido de US$ 6,2 bilhões, atrás apenas da Saudi Aramco, que teve US$ 33,6 bilhões de lucro.

A Refinaria Abreu e Lima (RNEST), em Pernambuco, estabeleceu um novo recorde de produção de diesel S-10, em abril, com 385 milhões de litros, superando a melhor marca anterior, de 373 milhões, registrada há quase uma década –em julho de 2016. O aumento ocorre gradualmente desde março, quando a planta aumentou seu processo de carga como forma de mitigar os impactos provocados pelas tensões geopolíticas globais.


QUEM FOI O GENERAL JOSÉ INÁCIO DE ABREU E LIMA

Fonte – WIKIPÉDIA

Abreu e Lima (foto) saiu do Brasil em 1819, após a execução de seu pai o Padre Roma (ex-sacerdote que abandonou a batina para casar-se. sendo advogado, jornalista e teólogo), de nome José Inácio Ribeiro de Abreu e Lima, mesmo nome do filho, em 1817, devido ao envolvimento deste na Revolução Pernambucana. Naqueles tempos, as Ordenações do Reino não limitavam suas punições aos réus de crime de lesa-majestade, mas impunham-nas até a segunda geração. Sendo um jovem militar em início de carreira, a execução do pai nessas condições sepultava-lhe a carreira militar no Brasil.

Incorporou-se ao exército de Bolívar, com a patente de capitão, e participou das batalhas decisivas da luta de libertação da Venezuela e Colômbia.

Abreu e Lima é considerado um dos heróis da independência da Venezuela e tem maior reconhecimento nesse país do que no Brasil.

Em carta a Santander, datada de 14 de junho de 1823, Abreu e Lima comemorou a independência do Brasil, de setembro de 1822. Afirmou que na Venezuela é americano, não estrangeiro; disse acreditar que o Brasil poderia ser parte da “Gran Confederación Americana”; e se voluntariou para ser o primeiro enviado de Bolívar ao Brasil.

Algumas fontes afirmam que ele efetivamente não participou dessa revolta, sendo nela envolvido devido à participação de seus irmãos, razão por que foi depois inocentado dessa acusação. Outras fontes afirmam que ele esteve efetivamente envolvido e que foi posteriormente anistiado pelo governo imperial.

Em 1867 escreveu os textos As Bíblias falsificadas ou duas respostas a Joaquim Pinto Campos e O Deus dos judeus e o Deus dos cristãos, em que expunha as suas ideias liberais sobre religião, defendendo a liberdade religiosa.

Publicações e contribuições

Libertado, dedicou-se apenas à literatura ensaísta, defendendo ideias inspiradas no socialismo utópico francês. Publicou, entre outros, os livros Compêndio de História do Brasil (1843) e O Socialismo (1855).

Também colaborou em vários jornais pernambucanos, entre os quais Diário de PernambucoDiário Novo e Barca de São Pedro.

Foi um dos autores do livro “Reforma Eleitoral- Eleição Direta” organizado por Antônio Herculano de Sousa Bandeira, publicado em 1862

Sepultamento

Túmulo do General Abreu e Lima, em Recife

Por conta de suas ideias de liberdade religiosa e devido ao fato de ser maçom, o bispo Dom Francisco Cardoso Aires não autorizou seu sepultamento no Cemitério de Santo Amaro, no Recife, sendo o General Abreu e Lima sepultado no Cemitério dos Ingleses, na mesma cidade.

“No dia em que o Brasil se interessar realmente pelo seu relacionamento com as repúblicas da América Espanhola, Abreu e Lima conquistará a importância que merece, na história de seu país”. Barbosa Lima Sobrinho

Ver também

Referências

  1.  «J. I. de Abreu e Lima, o “general das massas»Pernambuco, História & Personagens. Consultado em 29 de abril de 2023
  2.  «Abreu e Lima: um brasileiro entre os Libertadores da América.» (PDF)
  3. Estevão Pinto. «O General Abreu e Lima».
  4. Commons possui imagens e outros ficheiros sobre José Inácio de Abreu e Lima

Ligações externas

QUEM FOI O PAI DE JOSÉ INÁCIO DE ABREU E LIMA 

Há precisamente 200 anos, em 29 de março de 1817, era fuzilado no Campo da Pólvora, em Salvador, o advogado pernambucano José Inácio Ribeiro de Abreu e Lima (o “Padre Roma”), padre que renunciou a batina para casa-se com D. Maria Vieira de Melo e um dos líderes da Revolução Pernambucana de 1817. Ele viera à Bahia buscar apoio para o levante – irrompido três semanas antes em Recife – que pretendia derrubar a Monarquia, separar o Brasil de Portugal e implantar a República. A data será lembrada pelo Instituto Geográfico e Histórico da Bahia com uma conferência em sua sede, na próxima segunda-feira (20), às 17 horas, proferida pelo jornalista e pesquisador Jorge Ramos, estudioso do tema. A Revolução Pernambucana de 1817 forma, ao lado da Inconfidência Mineira (1789) e da Revolução dos Alfaiates, na Bahia (1798), o conjunto das maiores revoltas separatistas ocorridas no Brasil. E foi a única a passar da fase conspiratória, pois chegou a depor o governador Caetano Montenegro e ocupar o poder em Pernambuco por 103 dias, até ser dominada por tropas leais à Monarquia. Tão logo deflagrada e para obter apoio ao movimento sedicioso, o comando da Revolução enviou às demais províncias mensageiros como o “Padre Roma”, para obter apoio. Vindo de jangada, ele foi preso ao desembarcar em Itapuã, não sem antes jogar ao mar os papéis que trazia, contendo documentos comprometedores e os nomes de membros da Maçonaria local com quem faria contato. Por ordem do então governador da Bahia, o 8º Conde dos Arcos, foi submetido a um julgamento militar sumário, no qual negou-se a declarar os nomes das pessoas a quem procuraria. Foi condenado à morte e executado no Campo da Pólvora, na manhã de 29 de março de 1817. Em junho do mesmo ano, após vencer os revoltosos, o governo de Dom João VI reprimiu com violência o movimento e outros três líderes foram trazidos presos e também fuzilados em Salvador. QUEM FOI – O advogado José Inácio Ribeiro de Abreu e Lima (1768-1817) nasceu em Recife e entrou para o seminário da cidade de Goiana mas foi em Portugal que concluiu o curso de Teologia e em Roma foi ordenado frei. Voltando ao Brasil, pediu dispensa da ordem carmelita, casou-se e passou a advogar. Por ter sido prelado católico ficou conhecido como “Padre Roma”. Possuía um grande poder de oratória e defendia ideias liberais para a época. Por causa dos seus vastos conhecimentos jurídicos e filosófico ficou famoso em Pernambuco, principalmente porque defendia causas populares. Teve dois filhos, um dos quais o acompanhou na viagem à Bahia. O outro, mais velho, com o mesmo nome do pai, era militar e já estava preso na Bahia, por insubordinação, quando o “Padre Roma“ foi preso. Por ordem do Conde dos Arcos foi obrigado a assistir à execução do pai. Mais tarde, Abreu e Lima deixou o Exército e viajou pela América do Sul, onde se alistou no exército de Simon Bolívar, sendo uma dos mais destacados generais da campanha pela libertação da Colômbia, Venezuela e Equador do domínio espanhol.

http://www.andblog.com.br/revolucao-pernambucana-200-anos-do-fuzilamento-do-padre-roma/

https://blogs.ibahia.com/a/blogs/memoriasdabahia/2017/03/24/os-200-anos-do-fuzilamento-do-padre-roma-no-campo-da-polvora/ *Edilásio Cavalcanti – Genealogista, Historiador e Pesquisador.


A ORIGEM DA FAMÍLIA LIMA

O ADEUS SEM ADEUS A UM AMIGO RARO

Eu achei muito rápida a partida do Joel Scherer. Admito que sequer sabia aspectos de sua doença. Desde que o conheci notei ser uma pessoa alegre, festiva e sempre com um astral bom.

Confesso que sempre gostei muito do Joel, seja pelo seu lado alegre, seja porque ela sabia tudo da NINA e tudo o que eu passava longe dela.

Várias vezes ele me convidava para irmos até CAPÃO DA CANOA, onde a NINA mora. Mas, quando pedi para a Alexandrina, uma professora amiga, que mora em CAPÃO DA CANOA,  aí pedi para ela ligar para a NINA e a Nina se demonstrou totalmente incerta, apenas disse que estava proibida pelo juiz de CAPÃO DA CANOA de falar comigo. São tantos os santiaguenses que moram em CAPÃO, o Licurgo, o Azolin que foi policial e professor, em suma, são tantos amigos e amigas.

Até hoje não sei o que mais inventaram para essa pobre criança.

Mas eu tenho fé em minha escrita e meu recurso especial está quase por ser distribuido ao STJ. É questão de dias agora.

Eu tenho cópias de todos os whatsapp que me interessam. Ninguém sonha o que eu tenho em mãos. Vi a sujeira de pessoas que diziam minhas amigas e vi até onde vai a maldade humana.

A morte do SCHERER deixou-me muito triste, fiquei bem deprimido, pois ele era um amigo raro. E lembrei-me quando estive em sua casa com a NINA, ele sempre foi muito dócil com a criança e fez tudo para alegrá-la, embora ela estivesse com  cabeça cheia, pelos mesmos e mesmas de sempre.

O Scherer deixou-me triste pois ele não devia ter partido assim tão cedo, mas ele deve estar em paz, no sossego das almas, embora eu sequer acredite em almas.

Ele sempre soube de minhas dúvidas e sempre orou com o cacique velho dele por mim e pela NINA, a quem ele sempre soube da sinceridade do meu amor. Curiosamente, ele nunca me disse não e sempre me deu força e suas palavras sempre me ajudaram.

Eu sentia no SCHERER uma família que eu nunca tive, era um amigo raro e uma pessoa de uma boa índole, tinha uma alma pura e sempre apostou tudo o amor e na paz.

Não haverá outro Scherer, mas eu sei como é a vida e seguirei lutando, mesmo sozinho e com destemor de sempre. Homens não podem ter medo e a covardia não faz ninguém, apenas destrói.

Descanse em paz meu amigo velho.

Eu seguirei lutando e lutando e lutando. Vá que eu consiga, a NINA sabe bem como a criei e sempre me dediquei a ela com tudo e de todas as formas. Somente ela me conhece bem.

Ela sabe quem eu sou e sabe muito bem como eu ajo.

Agora, sem meu amigo SCHERER, não terei mais com quem conversar nas longas noites que sempre trocamos idéias.

Descanse em paz meu amigo e até o breu eterno.