Meu amor pela minha filha

Vivo dizendo que não sei se todos os pais tem o mesmo amor pelos seus filhos. Imagino que não. No grau do amor maior ou menor, incidem elementos de formação moral, estruturais e conjunturais, valores religiosos, origem social, dentre outros múltiplos fatores interdisciplinares.

Desde que minha filhinha nasceu, experimentei a vivência de um grande e potente amor. E esse foi se consolidando e se potencializando na medida em que Nina crescia, com suas graças, suas travessuras e suas alegrias que povoavam minha vida de felicidade.

Não sei definir a origem de tanto amor que sinto pela minha filha.

Mas sei definir a origem do ódio das pessoas que destruíram minha casa, afastaram-me dela, derrubaram-me na vida, impuseram a ela um sofrimento sem precedentes.

Vivo pagando, a todo momento, o preço de não negar meu amor pela minha filhinha. E sei que o custo é alto e mesmo assim não abrirei mão de nada, enquanto eu for vivo, está instada à resistência, nada me fará mudar.

Dentro dessa concepção de resistência paterna consciente, pois eu estava em minha casa, cuidando da minha filha, quando uma irresponsável hecatombe destruiu tudo.

Procuro não demonstrar minha dor,  mas vivo uma tristeza enlouquecedora, pois – como advogado – fico estarrecido como se perpetuam mentiras e como se injetam calúnias nas vidas das pessoas.

Perdoem-me todos. Isso tudo é horrível e insuportável para o meu padrão de amor pela minha filha.

Recebi do Doutor em Psicanálise pela UFRGS, DAVI DAMIAN … pense diferente

 

“Isto é para os loucos. Os desajustados. Os rebeldes. Os encrenqueiros. Os pinos redondos em buracos quadrados. Os que enxergam as coisas de um jeito diferente.
Eles não gostam muito de regras. Eles não respeitam o status quo. Pode-se citá-los, discordar deles, exaltá-los ou difamá-los. A única coisa que não se pode fazer é ignorá-los. Porque eles mudam as coisas. Eles empurram a raça humana para a frente. E, enquanto alguns os julgam loucos, nós os julgamos gênios. Porque as pessoas que são loucas o suficiente para achar que podem mudar o mundo… são as que mudam.”

Steve Jobs

Ministro Marinho ameaça pedir demissão se governo cortar em sua área sem aviso

METROPOLES

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, indicou, nesta quarta-feira (30/10), a possibilidade de pedir demissão do cargo caso o governo federal resolva fazer mudanças em programas e benefícios sob a alçada do MTE.

 

“Se eu for agredido é possível. Nunca fui. Estou dizendo que essa discussão não existe”, disse. “Uma decisão sem minha participação num tema meu, é uma agressão”, completou o titular da pasta do Trabalho.

Marinho ainda disse que o cargo dele pertence ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). “Todo cargo de ministro é do presidente. Se ele achar que o ministro não está servindo, ele pede para sair”, declarou.

A fala do ministro ocorreu durante a coletiva de imprensa sobre os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) de setembro, que mostra que o Brasil criou criou 247.818 vagas de emprego formal.

Marinho desconhece mudanças no seguro-desemprego

Ao ser questionado sobre algumas opções estudadas pela equipe econômica para cortar os gastos das contas públicas, como mudanças na multa por justa causa do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), no seguro-desemprego e no abono salarial, Marinho reforçou que o assunto não foi debatido dentro do MTE nem mesmo entre outros ministros.

“Se ninguém conversou comigo, não existe [debate sobre essas possíveis mudanças]. Se eu sou responsável pelo Trabalho e Emprego. A não ser que o governo me demita”, afirmou o o titular do Trabalho. “Não me consta que nenhum ministro de Estado tenha discutido esse assunto”, completou.

“As áreas técnicas têm a obrigação de estudar. O que não é de bom comportamento é vazar estudo, que não esteja autorizado pelo ministro titular da pasta”, afirmou.

Na semana passada, Marinho negou os rumores de eventuais mudanças em benefícios do MTE. Em publicação no X, ele escreveu que “o Ministério do Trabalho e Emprego NÃO cogita ou realiza QUALQUER debate sobre o fim da multa rescisória, paga ao trabalhador e à trabalhadora após a demissão, ou sobre a redução do FGTS”.