
Quando eu era pequeno nunca pude comemorar meu aniversário. Eram coleções de problemas.
Hoje, passados anos, eis-me aqui, escrevendo no dia do meu aniversário. Os problemas são outros, muitos, mas eu não sou de render-me e fico até impressionado com as ações que emergem para destruir com a minha vida. E não são poucas.
Sei quem são os inimigos, sei o que fazem, sei como armam e ainda não planejei minha vitória contra os bandidos, só quero que depois não se façam de desinformados e não saiam tergiversando, especialmente seus familiares. Mas cada um receberá na exata proporção de sua contribuição para minha destruição. Deixei para fazer esse registro no exato dia do meu aniversário para que compreendam bem e gravem bem o que estou afirmando.
Quem bate, não sofre. E quem sofre é que sabe auferir os limites das armações para destruir com uma Vida.
Só o que me guia é minha sede.
Peço desculpas a todos os meus amigos e amigas, pessoas de bem, colegas amáveis, pessoas de boa índole que tem me dado muita gratidão e força para superar os limites difíceis os quais não os teria superados sozinho, sem o carinho e a amabilidade das pessoas de minha comunidade, meus amigos de sempre, de bom caráter e sempre prontas para edificar e a ajudar quem precisa.
Todos me conhecem, me viram nascer e aqui cresci, sempre ao lado de todos, sempre fomos respeitosos, amáveis. Por isso amo minha terra e minha gente.
Nasci dia 12 de agosto.
Os motivos do meu viver, doravante, são os mesmos que me motivam a dar uma resposta aos bandidos que tentaram me destruir numa arena onde eu joguei sempre limpo. Mas escolhidas as armas, agora tudo será destino. Cada um sabe o que fez e jamais errei minhas avaliações.
Que o esperar não seja eterno.

