É grave a crise que se abateu sobre a construção em Santiago. Andei conversando com algumas lideranças, na tarde de hoje, e a categoria não sabe mais o que fazer, pois precisam receber, precisam receber o décimo terceiro e não existe mais dinheiro, nem para aquisição de materiais, nem para o pagamento de salários das pessoas que trabalharam.
A ausência de pagamento afeta as famílias e o desespero nas classes médias baixas e baixas é horrível, para não falar: terrível.
Era certo que essa crise explodiria, mais dias, menos dias. O reflexo de tudo isso afeta o comércio, lojas de materiais de construção, parte hidráulica, parte elétrica e joga centenas de pessoas no desemprego.
É algo como nunca visto em Santiago, pois a paralisação da categoria é o primeiro indicativo.
