O bispo Edir Macedo, controlador do Digimais, descumpriu a ordem do Banco Central de injetar R$ 250 milhões em seu banco, o Digimais, e teria feito uma manobra contábil, tomando um empréstimo de R$ 741,3 milhões em vez de desembolsar essa quantia como forma de cobrir um buraco na instituição. O colunista Julio Wiziack apurou o assunto em sua coluna no UOL.
