A HISTÓRIA BIZARRA sobre Mulheres Escolhidas em RITUAIS SATÂNICOS
DANIEL LOPEZ é formado em jornalismo, mestre e doutor pela Universidade Federal Fluminente. É teólogo e Pastor da Igreja BOLA DE NEVE.
Pactos espirituais, entidades que seduzem humanos, rituais satânicos, possessão, sonhos vívidos, abduções e experiências que parecem ultrapassar a barreira entre o invisível e o físico. O vídeo concentra a parte mais perturbadora da conversa: quando desejo, poder e espiritualidade deixam de parecer simbólicos e passam a ser tratados como uma forma real de dominação.
POR QUE O GOVERNO VÊ RISCO A0 PIX APÓS OS EUA CLASSIFICAREM O PCC E O PV COMO TERRORISTAS?
GLOBONEWS
O governo brasileiro vê risco ao Pix porque teme que tribunais ou autoridades dos Estados Unidos apliquem sanções unilaterais e desproporcionais contra a infraestrutura bancária nacional, sob o pretexto de que facções como o PCC e o Comando Vermelho utilizam o sistema para movimentar recursos.
Com o tema “Nova ordem internacional, tecnologia e soberania: desafios democráticos, econômicos e sociais”, o fórum contará com mais de 450 palestrantes de 15 países. A programação reúne autoridades dos Três Poderes do Brasil, especialistas, empresários e convidados internacionais.
Como o governo norte-americano passou a classificar oficialmente esses grupos como Organizações Terroristas Estrangeiras (FTO), a legislação de segurança daquele país ganha um alcance global agressivo. O Palácio do Planalto e o Ministério da Fazenda apontam os seguintes fatores de preocupação:
- Efeito cascata: Instituições financeiras brasileiras operam globalmente e possuem conexões diretas com o sistema financeiro dos EUA.
- Risco de punição: Pela lei americana, qualquer banco que processe, mesmo sem saber, transações ligadas a grupos terroristas pode sofrer sanções duras.
- Temor da Fazenda: O ministro da Fazenda declarou que cortes ou agências reguladoras dos EUA poderiam constranger ou punir bancos brasileiros pelo “mero fato de estarem dentro da infraestrutura” do Pix se houver relatórios de que as facções usam o sistema.
- Interesses comerciais: Segundo o governo, o Pix é uma ferramenta de soberania nacional mal compreendida por empresas privadas estrangeiras.
- Perda de receita: Empresas internacionais de cartões e intermediários financeiros perderam muito lucro no Brasil com a gratuidade do Pix.
- Pretexto geopolítico: O governo argumenta que associar o Pix ao financiamento terrorista serve de narrativa para afetar uma inovação tecnológica brasileira que incomoda interesses econômicos externos.
- Conceito de terrorismo: Os EUA usam as listas de sanções (como a SDN da OFAC) para rastrear e bloquear bens no âmbito de sua própria Segurança Nacional.
- Diferença legal: O Brasil classifica o PCC e o CV como organizações criminosas de caráter econômico (narcotráfico), e não como grupos terroristas (que exigem motivação ideológica, política ou religiosa sob a lei brasileira).
- Risco de intervenção: Essa divergência faz com que o governo tema o uso de ferramentas jurídicas ou de inteligência americanas (como a CIA) para atuar diretamente sobre sistemas e empresas no Brasil de forma unilateral, atropelando a soberania do país.
FORUM DE LISBOA COMEÇA AMANHÃ
Lisboa sedia a partir desta segunda-feira, 1º de junho (até o dia 3), a 14ª edição do Fórum de Lisboa. O tradicional encontro Brasil-Europa, promovido pelo IDP, que ocorre na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (FDUL).
O evento foca na “Nova ordem internacional, tecnologia e soberania: desafios democráticos, econômicos e sociais” e conta com a sua maior participação internacional, incluindo especialistas da Alemanha, França e EUA. Simultaneamente, a capital portuguesa recebe a programação de encerramento da FICOMEX 2026 (Feira Internacional de Comércio Exterior), na sede da ApexBrasil.
