*JULIO CESAR DE LIMA PRATES
Eu sempre fui uma pessoa pobre, sempre assumi minha identidade e nunca quis parecer diferente de minhas origens. Minha mãe trabalhava pelas casas e fazia lindos tricôs. Meu pai, sempre foi guarda noturno de rua. Nasci num ambiente pobre e miserável e nunca almejei mudar minha vida.
A Eliziane tinha terminado o Mestrado na URI-Erechim e foram 2 anos altamente amargos para mim. Mas, afinal, eu havia prometido que ela poderia estudar que eu pagaria tudo.
Não esperava ser pai e no último ano do Mestrado dela eis que ela engravida. Foi uma surpresa geral.
Eliziane queria estudar Doutorado em Ecologia e eu estava sempre ali incentivando-a e ajudando-a.
Contava com o apoio de dois grande e honrados amigos, o Tavinho e o Chicão. Acompanhei a Eliziane na seleção para o doutorado e estava sempre com ela em Santa Maria, na ufrgs. Finalmente, ela passou no doutorado e eu falei com a Dra Marta Marchiori para nos avalizar o aluguel de um pequeno apartamento ali em CAMOBI, pois ela passou em engenharia florestal.
Como ela não era da engenharia, ficou sem bolsa e eu fui mantendo tudo até o sétimo mês. O Chicão se foi e foi muito duro perder um amigo tão leal e tão bacana.
Finalmente, quando sai a bolsa do curso para a Eliziane, ela imediatamente me disse que queria se separar. Eu levei um susto, pois tínhamos uma filhinha com 3 anos, tínhamos comprado uma casa e estávamos bem, para os nossos padrões.
Não consegui convencê-la de que a separação era horrível para uma criança. Ela desmatriculou a NINA da Escola da URI e levou-a para estudar em Maçambará, na Escola da Encruzilhada.
Foi um horror o que eu passei, especialmente contra o conselho tutelar de Maçambará, onde todos eram vítimas das mentiras.
Eliziane assumiu um namoro com um colega de aula dela, o engenheiro DA LUZ, tive que aguentar tudo quieto, especialmente quando tinha que buscar a NINA, aos domingos pela manhã.
Ali eu comecei a morrer por dentro e sempre foi assim minha vida até que ela, mentindo para o juiz de SÃO BORJA, para o MP e para a própria defensoria pública que a defendia. Um dia a NINA chegou com uma lista de material escolar e a pobrezinha me disse que era para eu comprar e abater na pensão. Fiz isso, comprei tudo o que a criança queria e abati no valor da pensão.
E não é que numa tarde chuvosa, numa sexta-feira, bateu em minha casa, um oficial de justiça com uma ordem de prisão contra mim, porque eu devia parte da pensão de NINA.
Foi onde eu rompi definitivamente com a defensoria pública do Estado, pois a defensora de ITAQUI entrou com o pedido de prisão contra mim em SÃO BORJA e o juiz deferiu-o. Tenho todos os documentos guardados comigo.
Liguei para a Defensoria Pública de SÃO BORJA e expliquei que tinha deixado as duas casas nossas para a ELIZIANE e que a parte que faltava na pensão foi o que NINA me disse: que eu devia comprar o material escolar dela e abater tudo na pensão. E fiz exatamente isso, na verdade, foi tudo uma armação da defensora pública de Itaqui em conluio com a ELIZIANE, que apenas mentia e se fazia de vítima. O ruim disso é que eu nunca mais pude olhar para DP com bons olhos.
Quando eu vejo, a NINA apareceu matriculada na escola pública Iracema Vizoto de CAPÃO DA CANOA. Mas a pobrezinha me dizia que estavam lá escondidos da pandemia. Eu acreditava.
Só que ELIZIANE já estava morando com outro rapaz, o tal ANTONIO, que já tinha sido aprovado no concurso para motorista da prefeitura de CAPÃO DA CANOA. Ela vendeu a casa que eu deixei para a formação de NINA e vendeu a nossa casa no bairro MONSENHOR. Uma casa novinha, que eu amava muito.
Um dia a NINA chegou na casa e eu tinha desmanchado a nossa biblioteca e NINA não se conteve, chorou, chorou e chorou.
Como eu tinha entregue as duas casa para a ELIZIANE, hoje tenho os áudios de tudo, ficou acertado que a nossa casa seria para ela morar com a NINA e quem coordenou a audiência foi o juiz RAFAEL PEIXOTO e foi ali que ficou tudo dividido e acertado.
Logo, ela vendeu a casa da saída de SÃO BORJA para o padre e fui morar numa peça na casa do saudoso amigo FLÁVIO MEDEIROS (e ainda pagava o aluguel mensal).
Eu fiquei na divisão dos bens, com a nossa camionete, uma ECOSPORT, até porque eu não tinha carro e naquela época as audiências eram todas presenciais.
Nisso, NINA diz para mim que queria voltar a morar em SANTIAGO e me contou horrores de coisas que eu não sabia. Eu disse a NINA que não era assim e sugeri que ela esperasse mais um tempo. NINA, embora criança, sabe muito bem entender as coisas, assim como ela sabe que eu nunca lhe dei um tapa. Assim como na sua mãe, que jamais vai poder dizer que lhe bati, um tapa que fosse.
Em menos de um mês. eu estava sentado na portaria do Hotel Viero, que estava desativado, e NINA bateu lá e me perguntou se eu já tinha entrado com a ação no forum de CAPÃO DA CANOA?
Sem jeito, eu disse-lhe que não e ela foi enfática e pediu para eu entrar com a ação.
Curiosamente, ELIZIANE tinha assinado todos os acordos comigo como se ele estivesse morando em SÃO BORJA e ela e o tal Antônio já estavam morando em CAPÃO DA CANOA. Honestamente, ela mentiu muito bem e sob os auspícios de um grande amigo, que se dizia meu melhor amigo, mas que morava em XANGRI-LA, era vizinho de onde ela morava em CAPÃO DA CANOA.
Naquelas alturas, somente o que me importava era atender ao pedido de NINA.
Eu nunca sonhei que esse meu amigo fosse um baita sujo, pois ela sabia de todos os meus passos e ainda orientava a ELIZIANE. Ele sabia que ELIZIANE estava morando em CAPÃO DA CANOA e ainda fingia ser meu amigo e se oferecia para intermediar uma saída judicial, o que eu nunca aceitei.
Eu já tenho tudo escrito para divulgar em 2 canais de PORTUGAL e um da GROENLÂNDIA, pois só eu sei a hora de tudo, inclusive de responder e entrar com os detalhes de tudo.
Peguei um nojo muito grande dessa gente falsa e que ainda pintam de boa gente. Mas eu saberei a hora de tudo, inclusive para renunciar a minha OAB, pois terei sempre o máximo respeito com a OAB, entidade a qual sou filiado e prometi fazer tudo dentro da lei e do Estado democrático de Direito.
Estou desde o dia 12/12/2022 proibido de falar com a NINA e terei o maior prazer de mostrar a falsidade de gente que tenta engrenar na maçonaria e escondem tudo o que me fizeram. Escondem, pois os fatos nunca são como apenas um lado conta.
Eu nunca mais consegui sorrir e só eu sei o desgosto e a dor que eu sofro longe de NINA e ainda proibido de falar com ela. Ninguém sabe o que é a dor de um pai ver-se separado de sua filha e sequer poder dar-lhe um oi pelo whatsapp.
Ontem a tarde, eu encontrei um velho amigo meu e ele foi muito claro comigo, quando eu dei ele os pormenores de minha separação da NINA. Ele foi taxativo em me dizer que o medo da mãe de NINA é que fizesse um teste de DNA com a NINA, se caso ele viesse comigo para SANTIAGO, como ela pediu-me em 2022. Os presentes do Natal de Nina do ano de 2022 ainda estão comigo, guardados em sua gaveta no quarto que eu preparei para ela morar.
Peço desculpas aos meus amigos e amigas e ratifico que eu sei esperar a hora de tudo e principalmente, que eu devo esperar pelo poder judiciário.
Mas não pensem que eu estou assustado ou com medo. Pelo contrário, estou convencido de tudo e sei tudo como foi armado, com mentiras, com golpes e com ludibriações. Estou muito bem de saúde, embora com a visão opaca, mas isso é da diabete e é normal.
Minhas irmãs de sangue, a rigor, nunca mais falaram comigo, mas uma, em particular, eu soube tudo o que ela falou. Esquecem-se que hoje em dia não existem segredos em ligações e eu tenho comigo um gênio que sabe baixar tudo de todas as redes sociais … tenho mais de 6 mil páginas, frente e verso, tudo baixado e distribuídos para 4 colegas advogados. Distribui para eles quando vi um carro me cuidando, denunciei o carro as autoridades e se – por acaso – eu for morto, eles podem entregar tudo as autoridades.
Se eu sobreviver a ponto de mostrar tudo o que tenho em mãos, serão inúmeras máscaras que vão cair e eu sei o que houve e quem foram os envolvidos. E não se surpreendam com ninguém, nem os peixes pequenos daqui e nem os tubarões de São Paulo e Brasília. Eles agiram assim tão por cima de tudo, que nunca imaginaram que tivessem deixado um rastilho de tudo o que fizeram.
Mas a vida é assim mesma. Outro dia eu contei a um amigo, que é maçom, a extensão de tudo e ele ficou meio chocado, embora seja uma pessoa boa e decente. E quem não se choca ao saber de tudo isso?
O problema é que eu não tenho pressa e sei dominar muito bem o tempo e nunca fiz mal a ninguém, tanto que sou o mesmo homem pobre de quando nasci, só o erro dos bandidos e das bandidas foi imaginar que eu não descobriria tudo. E se eles soubessem tudo o que eu tenho em mãos, teriam vergonha de si próprios, se é que ainda existe Vergonha.
*Sociólogo, Jornalista, Teólogo e Advogado. Autor de 6 livros e mais de 4 mil textos jornalísticos.
